Economia

Petróleo fecha em alta, seguindo otimismo com demanda e estoques nos EUA


Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta quarta-feira, 16, renovando máximas em anos, em sessão que seguiu observando as perspectivas para alta na demanda. Além disso, a publicação semanal de estoques nos Estados Unidos apresentou um recuo maior do que o esperado, impulsionando os preços. O mercado observou ainda a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed) e seus indicativos sobre apoios. A alta do dólar que se seguiu acabou limitando os ganhos ao fim do dia.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do petróleo WTI com entrega prevista para julho fechou em alta de 0,04% (+US$ 0,03), a US$ 72,15. Já o Brent para agosto teve avanço de 0,54% (+US$ 0,40), a US$ 74,39 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE). Segundo o Commerzbank, o barril chegou no maior nível em dois anos em Londres, e no preço mais elevado em dois anos e meio em Nova York durante a sessão.

Além dos sinais da retomada na demanda em meio à reabertura impulsionada pela vacinação contra a covid-19, o Commerzbank aponta que as avaliações “extremamente positivas dos principais traders de petróleo também estão apoiando os preços”. Segundo o banco alemão, já há a algumas perspectivas para um novo superciclo que poderia empurrar o preço para a marca de US$ 100 por barril novamente.

As publicações de estoques semanais nos EUA em meio à retomada impulsionaram os preços. Ontem, a maior cidade do país, Nova York, celebrou uma “volta ao normal” após atingir 70% da população vacinada com ao menos a primeira dose. Neste cenário, o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) apontou que os estoques da commodity recuaram 7,355 milhões, acima da previsão de queda de 2,9 milhões dos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal. Ontem, os dados do American Petroleum Institute já haviam apresentado movimento semelhante.

No entanto, há perspectivas para o aumento da produção. Ontem, um juiz federal na Louisiana emitiu uma liminar impedindo o governo do presidente Joe Biden de interromper novos arrendamentos de petróleo e gás em terras federais, definindo que a prerrogativa precisa da aprovação do Congresso. O Commerzbank avalia que possa haver um impacto “surpreendentemente positivo” para a oferta, uma vez que produtores estiveram cautelosos desde Biden tomou tal ordem executiva em janeiro.

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