Economia

Petróleo fecha em alta e acumula ganhos na semana, após reverter queda


O petróleo fechou em alta nesta sexta-feira, 23, estendendo os ganhos dos últimos três dias, que fizeram com que os contratos revertessem a queda de cerca de 7% registrada na segunda-feira, 19. Desta forma, o óleo fechou a semana com ganhos moderados, impulsionado pelo retorno do apetite por risco de investidores estrangeiros.

O barril do petróleo WTI com entrega prevista para setembro fechou em alta diária de 0,22% (+US$ 0,16) e semanal de 0,71%, a US$ 72,07, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Já na Intercontinental Exchange (ICE), o barril do Brent para igual mês encerrou o dia com ganhos de 0,42% (+US$ 0,31) e a semana com avanço de 0,69%, a US$ 74,10.

Durante o dia, o petróleo chegou a demonstrar certa fraqueza, registrando quedas modestas diante da força do dólar ante moedas rivais. O movimento, porém, se apagou à medida que o apetite por risco se fortaleceu.

Na avaliação do analista Edward Moya, da Oanda, os preços parecem estar posicionadas para subir no curto prazo, já que “a produção dos Estados Unidos está perto do seu pico e uma vez que o plano da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) de elevar gradualmente a sua oferta ainda vai deixar o mercado com um enorme déficit”.

Em relatório a clientes, a Capital Economics define a semana da commodity energética como uma “montanha russa”, que no fim das contas reforça a visão da consultoria de que o rali nos preços do petróleo está perto de atingir seu pico. “A propagação da variante delta do coronavírus provavelmente permanecerá na frente e no centro das preocupações dos investidores na próxima semana, mas a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve, que termina na quarta-feira que vem, também pode ter influência nos mercados de commodities”, diz a casa.

Investidores acompanharam ainda a reunião de ministros de Energia e Clima do Grupo dos 20 (G20), que em comunicado reafirmaram o compromisso do grupo com os objetivos do Acordo de Paris, incluindo a transição para fontes renováveis. Em coletiva de imprensa, o ministro para Transição Ecológica da Itália, Roberto Cingolani, disse que as negociações apresentaram dificuldades, mas que o acordo alcançado hoje “não tem precedentes”.

No noticiário de energia, a Baker Hughes, empresa que presta serviços ao setor, informou que o número de poços e plataformas de petróleo em atividade nos EUA avançou sete na última semana, a 387.

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