Economia

Petróleo fecha em alta, de olho em relaxamento das medidas sanitárias


Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta, se recuperando de queda no início da sessão. A melhora das perspectivas para a demanda global pela commodity, diante do relaxamento de restrições à mobilidade em países desenvolvidos, e a desvalorização do dólar ante moedas rivais puxaram a alta.

O barril do petróleo WTI com entrega prevista para junho fechou em alta de 1,38% (US$ 0,90), a US$ 66,27 na New York Mercantile Exchange (Nymex), enquanto o do Brent para julho avançou 1,09% (US$ 0,75), a US$ 69,46, na Intercontinental Exchange (ICE).

Investidores seguem otimistas quanto à recuperação da economia global da crise de covid-19, impulsionando o petróleo futuro, que passou a subir nas últimas horas de pregão. Mais cedo, os preços passavam por correção, após a commodity energética completar sua terceira semana consecutiva de ganhos na última sexta-feira. O movimento se inverteu diante da suspensão de parte das medidas sanitárias em países como os Estados Unidos, incluindo no Estado de Nova York, e o Reino Unido.

Nos EUA, a Casa Branca anunciou nesta segunda-feira que enviará mais 20 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da britânica AstraZeneca a outros países, em adição às 60 milhões de doses já enviadas, segundo afirmou a porta-voz Jen Psaki. Já na Europa, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a União Europeia (UE) deve atingir a marca de 200 milhões de doses administradas ainda nesta semana, segundo a agência DPA. O objetivo do bloco é vacinar 70% dos adultos que residem em países da UE até o fim de julho.

Houve ainda uma diminuição nos casos diários de covid-19 na Índia – terceiro maior comprador de petróleo do mundo – para uma taxa menor que 300 mil pela primeira vez nos últimos 25 dias, informou a Dow Jones Newswires. Neste cenário, o recrudescimento da pandemia na Ásia, que obrigou países como Taiwan e Cingapura a reforçarem suas medidas restritivas, foi apenas acompanhado pelo mercado.

Além da pandemia de covid-19, o petróleo terá a oferta de países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) como um outro foco no restante de 2021. No caso do Irã, a Capital Economics estima que a produção do país deve subir este ano, diante da provável suspensão de sanções dos EUA à Teerã, caso o acordo nuclear entre as maiores economias mundiais e o país do Oriente Médio seja retomado.

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A consultoria vê uma maior demanda da China também puxando as exportações iranianas para cima. Até o fim do ano, a produção de petróleo no Irã deve subir a 2,8 milhões de barris por dia, projeta a Capital Economics, em relatório enviado a clientes.

Na noite do domingo, a China divulgou os dados de vendas no varejo de abril, que vieram aquém das expectativas, além da produção industrial para o mesmo mês, que superou as projeções de analistas, mas desacelerou em relação à última leitura. Também foi divulgado o volume de investimentos em ativos fixos do período de janeiro a abril.

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