Economia

Petróleo fecha em alta, com vacina e possível adiamento de cortes da Opep+

Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta quarta-feira, 25, seguindo expectativas pela retomada da economia mundial, baseadas nas notícias de vacina para a covid-19, o que gera perspectivas de uma maior demanda. Além disso, a Reuters noticiou que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo, junto a aliados (Opep+), espera adiar aumento na produção da commodity.

O petróleo WTI para janeiro fechou em alta de 1,78% (US$ 0,80), a US$ 45,71 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Já o Brent para igual mês encerrou as negociações com avanço de 1,57% (US$ 0,75) na Intercontinental Exchange (ICE), cotado a US$ 48,61 o barril.

Desde o começo da semana, as notícias sobre vacinas vêm estimulando ativos de risco. Mesmo com menor eficácia, os imunizantes da AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford e a Sputnik V, de produção russa, vêm sendo bem recebidos por conta de vantagens logísticas. “O WTI subiu cerca de 7% esta semana com as novidades da vacina”, aponta a Capital Economics.

A Reuters noticiou hoje que os países da Opep+ estão se inclinando a adiar o aumento planejado da produção de petróleo no próximo ano, para apoiar o mercado durante a segunda onda de covid-19. Isso apesar do avanço da produção na Líbia e o recente aumento nos preços do barril.

O Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos EUA informou hoje que os estoques de petróleo caíram 754 mil barris, para 488,721 milhões de barris, na semana encerrada em 20 de novembro. Analistas ouvidos pelo Wall Street Journal previam estabilidade nos barris no período. Depois do resultado, as altas no preço do barril se elevaram.


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O número de poços e plataformas de petróleo em atividade nos Estados Unidos subiu 10 na última semana, a 241, informou hoje a Baker Hughes.

Analistas observam com cautela a alta dos preços, avaliando fatores estruturais. “Esperamos que uma combinação de cautela domiciliar e restrições estaduais pesem sobre a demanda do setor de transporte, pelo menos até que as vacinas sejam lançadas”, projeta a Capital Economics, o que possivelmente diminua a demanda em um curto prazo. A consultoria é pouco provável que o consumo retorne ao normal antes do próximo ano.

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