Economia

Perfin lista fundo de infraestrutura na B3 e se manterá ativos em leilões


A Perfin, que acaba de listar um fundo de participações na B3 voltado ao setor de energia, não descarta listar um novo produto ainda neste ano, dependendo das condições de mercado e da aceitação dos investidores. Segundo o presidente da Perfin, Ralph Rosenberg, a listagem do fundo Perfin Apollo Energia FIP IE mostrou grande demanda entre os investidores, ao atrair quase quatro mil pessoal físicas, de olho no benefício fiscal do produto. Pelas regras, a pessoa física tem isenção de Imposto de Renda (IR) ao receber dividendos nos fundos de infraestrutura e alíquota zero na venda de cotas com ganho de capital. O fundo levantou R$ 1 bilhão na oferta, com uma demanda chegando a aproximadamente R$ 3 bilhões.

A estratégia, segundo Rosenberg, é passar os projetos mais maduros para veículos listados. Nesse caso, a carteira reúne cinco fundos que foram criados pela Perfin para participar, junto da Alupar, de leilões de linhas de transmissão de energia realizados pela Eletrobras entre 2016 e 2018. Conforme outros projetos forem ficando mais maduros, a gestora decidirá se os listará em um novo fundo ou se fará uma oferta subsequente (follow on) no fundo listado hoje.

Rosemberg afirma que as pessoas físicas estão atualmente muito concentradas em fundos imobiliários e que o fundo da Perfin, voltado a ativos de transmissão, traz uma boa opção a esse público. “O setor imobiliário tem riscos que o de energia não tem, como a vacância”, diz.

Segundo ele, na área há também previsibilidade de fluxo de caixa. A Perfin possui ainda projetos em energia eólica e solar.

O presidente da Perfin disse ainda que a gestora se mantém alinhada aos investidores, com os sócios mantendo 3% das cotas do fundo, as quais não podem ser negociadas.


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Retirados os custos, o retorno do fundo é de IPCA mais 5,75%.

Esse é o segundo fundo desse tipo listado na B3. Ano passado, a Vinci listou um fundo de infraestrutura também focado no setor de energia.

O sócio do BTG Pactual, chefe do mercado de renda fixa, Daniel Vaz, afirma que há outros FIPs no forno e ainda não tão disseminados como os imobiliários. O risco dos FIPs, lembrou, depende dos ativos que estão dentro da “casca”, disse, lembrando que no setor de transmissão as incertezas são muito pequenas. O BTG foi coordenador líder da oferta.

Há ainda três fundos hoje em análise na CVM:o BRZ Infra Portos, XP Infra II e o GTIS Energia.

O presidente da B3, Gilson Finkelsztain, disse que o momento do mercado brasileiro, proporcionado pelos juros baixos, tem ajudado para o aumento do portfólio de produtos disponíveis aos investidores.

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