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Pentágono inclui Israel na área de Comando do Oriente Médio

Pentágono inclui Israel na área de Comando do Oriente Médio

Os Acordos de Abraão foram assinados pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, o presidente americano, Donald Trump, e os ministros das Relações Exteriores do Bahrein, Abdullatif al-Zayani, e dos Emirados Árabes Unidos, Abdullah bin Zayed Al-Nahyan, em setembro de 2020 - AFP

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (15) que incluirá Israel, um aliado próximo, na área coberta por seu Comando Central (CentCom) com foco no Oriente Médio.

Em outro sinal da reaproximação negociada pelo presidente Donald Trump entre Israel e os países árabes, o Pentágono disse que as negociações militares americanas com Israel não seriam mais administradas por seu Comando Europeu.

“Estruturamos fronteiras para melhor mitigar os riscos e proteger os interesses e parceiros dos Estados Unidos”, informou o Pentágono em um comunicado.

“A diminuição das tensões entre Israel e seus vizinhos árabes após os Acordos de Abraão proporcionou uma oportunidade estratégica para os Estados Unidos alinharem parceiros-chave contra ameaças compartilhadas no Oriente Médio”, acrescentou.

O comentário foi principalmente uma referência ao Irã, que os Estados Unidos, Israel e países árabes, incluindo a principal potência regional, a Arábia Saudita, veem como a principal ameaça à segurança da região.


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Por décadas em desacordo com seus vizinhos árabes por causa do tratamento dado aos palestinos, Israel quebrou, no ano passado, barreiras impostas à cooperação aberta e às comunicações com os países do Golfo sob os acordos de Abraão, promovidos por Trump.

Movê-lo para o Comando Central torna potencialmente mais fácil a cooperação de segurança com os Estados Unidos em questões regionais e pode trazer oficiais militares israelenses para mais perto dos vizinhos do Golfo.

Mas também pode complicar a cooperação do CentCom com aliados do Irã como o Iraque, onde os Estados Unidos mantêm 2.500 soldados.

“Israel é um dos principais parceiros estratégicos para os Estados Unidos e isso abrirá oportunidades adicionais de cooperação com nossos parceiros do Comando Central dos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que mantém uma forte cooperação entre Israel e nossos aliados europeus”, concluiu o Pentágono.

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