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Pela pacificação nacional

Após promover a conciliação de Bolsonaro com o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e ser procurado por inúmeros dirigentes partidários apreensivos com o agravamento da crise política, social e econômica, o ex-presidente Michel Temer pretende lançar o “Movimento Brasil” para unificar todos os candidatos da terceira via em torno de um projeto que terá como bandeira a “pacificação nacional”. Preocupado com a polarização entre os extremismos do lulopetismo e do bolsonarismo, o objetivo dessa estratégia arrojada do emedebista é a retomada do desenvolvimento que tire o País do caos social em que vivemos

Crédito: Marco Ankosqui

HORIZONTE Michel Temer deseja unir os candidatos de centro pensando no futuro do País (Crédito: Marco Ankosqui)

APOIOS Doria tem conversado com Temer para uma possível federação com o MDB (Crédito:Marco Ankosqui)

Repentinamente, a rotina do escritório de advocacia do ex-presidente Michel Temer no sofisticado bairro do Itaim, em São Paulo, sofreu uma grande transformação. A procura por seus pareceres sobre Direito Constitucional, do qual é um dos maiores especialistas, está sendo substituída por uma grande romaria de políticos, de todos os partidos, inclusive da esquerda, que desejam discutir com ele o futuro do País. São presidenciáveis, deputados, senadores, governadores e dirigentes partidários, sobretudo, do espectro de centro. Todos, invariavelmente, se mostram aflitos com os rumos que o Brasil está tomando, especialmente quanto ao risco de elegermos, em outubro, um candidato com posições extremistas que, certamente, aprofundarão a crise política, econômica e social. Fazendo questão de dizer que não é “profeta do apocalipse”, ele não se escusa, porém, a compartilhar sua apreensão quanto ao “momento delicado e perigoso” que vivemos e as consequências do caos que se avizinha. Ele conclama todos a se unirem em torno de um projeto de futuro que leve à pacificação nacional e lance as sementes de um novo Brasil. Durante longa entrevista, que começou no seu escritório, passou por sua casa no bairro de Alto de Pinheiros e terminou em um badalado restaurante próximo à sua residência — onde foi reverenciado por inúmeros frequentadores —, o ex-presidente confidenciou à ISTOÉ, na terça-feira, 8, que está ultimando a criação do “Movimento Brasil”, no qual deseja reunir os partidos de centro, as lideranças do Congresso e os mais importantes representantes da sociedade civil, de empresários a sindicalistas, e de juristas a economistas, entre outros, para viabilizar a união de todos em torno de um projeto nacional que tenha um candidato único da terceira via para interromper a tendência de polarização eleitoral entre o lulopetismo e o bolsonarismo, considerados como nocivos ao País. Para Temer, o Brasil não pode continuar com apenas essas duas opções, “sob o risco de caminharmos para o abismo”, já que ambos representam o retrocesso.

FORÇA DA MULHER Simone Tebet tem visitado Temer para pedir conselhos: candidatura do MDB está mantida (Crédito:Adriano Machado)

Presidente de honra do MDB e com a experiência de quem já foi não só vice-presidente e presidente da República, mas também três vezes presidente da Câmara, Temer revela que o “Movimento Brasil” pretende apresentar um projeto semelhante ao “Ponte para o Futuro” que ele elaborou em 2016, quando ainda era o vice-presidente, por meio do qual encaminhou propostas para a retomada do desenvolvimento. Ele lembrou que, na época, “a presidente Dilma, equivocamente, tomou como se fosse uma proposta alternativa à sua gestão”. De qualquer forma, os postulados desse documento foram usados quando o emedebista assumiu o governo no lugar da petista. “Pegamos um País com uma recessão de 4% em 2016 e promovemos um crescimento de 1,1% em 2017 e de 1,8% em 2018”, recorda-se.

O novo projeto funcionará como um “programa de governo” da candidatura única que ele articula e será sucinto, como foi o anterior. “Não faremos um programa quilométrico como fazem os partidos ao Tribunal Eleitoral, porque é cansativo. Também não adianta só dizer que somos a favor do desenvolvimento. O documento terá de 20 a 30 páginas e elencará os pontos fundamentais que a população quer saber, sobre a Educação e a Saúde, por exemplo”. Já estão definidas algumas iniciativas: a criação de três milhões de vagas de ensino em tempo integral e construção de 100 hospitais para atender os vulneráveis. Segundo ele, o movimento “empunhará a bandeira da unificação e da pacificação” e já tem até o ideário: “O que a terceira via tem a oferecer é o caminho do desenvolvimento, da solução para a desigualdade social, para o ordenamento das cidades, dar tranquilidade aos investidores e empreendedores, levando à geração de empregos e renda, e, com isso, resolver de vez os gargalos que impedem nosso crescimento”, resumiu.

O plano econômico

O projeto seria formulado por todos os pré-candidatos da terceira via que aderirem à sua proposta, com a participação dos economistas e especialistas que hoje formulam os programas de governo dos partidos que se apresentaram até aqui na disputa presidencial. E dá exemplos. “Poderíamos chamar o Henrique Meirelles, que foi meu ministro e que hoje é o secretário da Fazenda de João Doria e que está elaborando o programa de governo do PSDB, juntamente com as excelentes economistas que o acompanham, como a Zeina Latif”. Lembra ainda da economista Elena Landau, que está coordenando a campanha econômica da senadora Simone Tebet (MDB-MS), candidata do seu partido a presidente, além dos professores do Insper liderados por Marcos Lisboa. Mas ele ressalva que a elaboração do projeto deve ser consolidada em meados do ano.

Para corroborar o sucesso de seu governo (2016-2018) na área econômica, gerida por Meirelles, o próprio ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, faz elogios ao governo do MDB.

A Secretaria de Política Econômica (SPE), da equipe bolsonarista divulgou esta semana uma nota informativa reconhecendo que graças ao governo Temer e as reformas fiscais por ele desenvolvidas (Previdência e Trabalhista incluídas), os resultados da atual gestão no ano passado foram melhores do que se esperava em função da pandemia. A dívida bruta do País, por exemplo, fechou 2021 em 80,3% do PIB, menos que os 81,4% do PIB estimados anteriormente. Já as receitas líquidas (incluindo Tesouro Nacional, BC e Previdência) fecharam 2021 em 18,2% do PIB, devido ao incremento das reformas de 2018. Em função disso, o governo central teve um déficit de R$ 35 bilhões em 2021, apesar do resultado do setor público como um todo ter registrado superávit de R$ 64,7 bilhões, o primeiro desde 2013, “em função dos bons resultados dos governos estaduais e municipais”, como destaca a nota da SPE.

Temer diz ter decidido tomar a iniciativa depois de receber a visita em seu escritório e por meio de contatos telefônicos de inúmeras lideranças políticas e empresariais que desejam a unificação de todos da terceira via. Lembra já ter conversado com a maioria dos pré-candidatos, desde João Doria a Simone Tebet, a quem faz rasgados elogios, e presidentes da maioria dos partidos, incluindo o ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD), que ele reputa como um dos líderes indispensáveis para “fechar” esse entendimento. Kassab, por sua vez, tem conversado com o MDB e até com Lula sobre a sucessão de Bolsonaro, mas insiste na possibilidade de lançar candidato próprio. Se o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, não topar a missão, o presidente do PSD pensa em atrair o governador Eduardo Leite (RS) para o seu partido e lançar mais um presidenciável na praça. Admite que pode apoiar o petista ainda no primeiro turno em função da pressão de seus filiados.

FIEL DA BALANÇA Gilberto Kassab (PSD) é considerado fundamental para o projeto de Michel Temer (Crédito:Divulgação)

“Eu conversaria até com o Ciro Gomes, embora ele já tenha me agredido verbalmente no passado”, diz Temer, que chegou a processá-lo por danos morais, embora não tenha executado a sentença que condenou o desafeto. Nos últimos dias, Temer está também negociando, em nome do MDB, a criação de uma federação com o União Brasil (fusão do PSL com o DEM) e por isso vem mantendo contatos com Luciano Bivar e ACM Neto, presidente e secretário-geral da nova agremiação, hoje a maior legenda, com 81 deputados. Há entendimentos também com Doria e Bruno Araújo, presidente nacional do PSDB, para fortalecer ainda mais essa federação, o que seria o embrião da candidatura única defendida pelo ex-presidente.

Temer explica que o “Movimento Brasil” é um projeto para ser concretizado a partir de maio ou junho, quando a campanha eleitoral começa para valer. “Até lá, saberemos quais as candidaturas de centro são viáveis ou não”. Se nenhum nome se sobressair em condições de derrotar Lula ou Bolsonaro, Temer pretende propor a todos a adesão à sua proposta de unificação. Ele acha que pode se chegar a um candidato a presidente único, embora não seja uma tarefa fácil. Os que não estiverem na cabeça da chapa seriam o vice e ministros caso essa composição fosse a vitoriosa.

O ex-presidente, contudo, não arrisca adiantar qual dos nomes dos partidos de centro poderia encabeçar a chapa. “O problema é que todos os pré-candidatos já são candidatos e isso pulveriza os votos da chamada terceira via. É aquela velha dicotomia entre o possível e ideal. E o ideal é que tenhamos uma única candidatura e um único projeto, embora o ideal nunca seja tão simples de ser alcançado”, sintetizou. Quando ISTOÉ lhe perguntou se ele poderia ser o candidato sustentado pelo movimento, Temer foi taxativo em dizer que não está em seu horizonte qualquer iniciativa desse tipo. Com relação ao nome, ele acha que o mais importante é definir o projeto. “Primeiro, vamos construir o plano e só depois disso é que teremos o desafio de escolher um nome que vocalize o espírito e o sentimento do movimento”.

Apesar de estarem em campos opostos hoje, depois de terem sido aliados nos governos petistas durante 12 anos, Lula também o procurou por meio de um amigo em comum, com o propósito de discutir soluções para a sucessão de Bolsonaro. Temer, no entanto, não quis levar a conversa adiante com o petista. Afinal, a proposta do “Movimento Brasil” é exatamente derrotá-lo, já que há o entendimento de que tanto Lula, quanto Bolsonaro, têm feito muito mal ao País. Ele diz que as propostas do petista de acabar com o teto de gastos, interromper o processo de privatizações e revogar as reformas feitas em seu governo, como a trabalhista, aprofundarão a crise fiscal e social, com o aumento da inflação, juros e desemprego.

“O exemplo de Mandela”

CONCILIADOR Mandela pregou a pacificação na África do Sul após 27 anos na cadeia (Crédito:TREVOR SAMSON)

O líder Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, é o melhor exemplo a ser utilizado pelos brasileiros que desejam a conciliação nacional, encerrando assim o “nós contra eles”, que vem desde 2002, quando o PT chegou ao poder pela primeira vez, e que tanto mal tem feito ao País, de acordo com Temer. Ao deixar a prisão, 27 anos depois de ter permanecido em cárcere duríssimo, numa cela minúscula e desumana, reproduzida no Museu de Mandela em Joanesburgo, visitado pelo líder do MDB quando ele estava no cargo de presidente, Mandela pregou a pacificação da África do Sul quando foi posto em liberdade. “Lula, ao contrário, deixou a cadeia depois de 580 dias atirando em todo mundo, inclusive em mim, chamando-me de traidor por causa do impeachment da Dilma. Ele deixou a prisão com muito ódio”, diz o ex-presidente emedebista. E o ódio, segundo Temer, é acalentado tanto pelos petistas como pelos bolsonaristas, “e isso tem inviabilizado o desenvolvimento brasileiro”.

“Cansamos da disputa geradora de agressões”

Como o senhor analisa a gravidade do quadro político nacional?
Acho razoavelmente grave. Digo razoavelmente porque há uma tendência de exacerbar e se dizer que a democracia corre riscos. Eu não acho que isso ocorra no nosso País, mas entendo que estamos vivendo um momento eleitoral deste ano preocupante. Para o meu paladar político, e para confirmar aquilo que eu tenho dito ao longo do tempo, o ideal dos ideais seria que o presidente eleito, seja ele quem for, logo no dia da eleição, no discurso da vitória, faça uma declaração de unificação. Porque o que mais preocupa nos dias atuais é essa divisão que vivemos. Não só entre brasileiros, mas o que é mais grave, entre as instituições. E quando há um conflito entre as instituições, o que há é uma desobediência ao texto constitucional, já que ele determina a harmonia entre os Poderes. Nesse contexto, o presidente eleito deveria dizer que vai fazer um grande pacto de pacificação nacional. E, para isso, vamos chamar todos partidos, inclusive os de oposição, todos os Poderes, governadores, entidades da sociedade civil e fazer um pacto para o desenvolvimento. Temos que ter grande preocupação com a pobreza. E essa mobilização que estamos propondo, chamada de “Movimento Brasil”, pretende apresentar propostas para resolver os problemas brasileiros. O povo vai se tranquilizar quando esse fato se concretizar.

“Lula se equivoca ao anunciar que vai revogar a Reforma Trabalhista” (Crédito:SÉRGIO CASTRO)

Esse movimento virá para tentar acabar com a polarização entre Lula e Bolsonaro? Ela é ruim para o País?
Os extremos sempre prejudicam. O extremista é, no geral, maniqueísta. Ele acha que só ele está certo e os outros estão errados. Em uma sociedade multifacetada como a nossa, você precisa ter na figura do presidente da República, e de todas as figuras públicas, uma ideia de que você tem que compreender essa diversidade existente no País e, portanto, todo o extremismo é prejudicial. O segundo ponto é que precisamos encontrar aquilo que está sendo chamado de caminho do meio, mas, fundamentalmente, precisamos de um programa de governo. Não digo aqueles programas quilométricos de quinhentas páginas que os partidos enviam para o Tribunal Eleitoral, mas 20, 30 páginas que possam revelar uma espécie de “Ponte para o futuro 2”. É preciso deixar claro o que vamos fazer em Educação e Saúde, mas não dizer apenas que somos a favor do desenvolvimento. Temos falar, por exemplo, que vamos criar três milhões de vagas de ensino em tempo integral, porque nesse caso há duas vertentes: a Educação e a questão social, em que as crianças carentes alimentam-se na escola. Na Saúde, precisamos ter um projeto, com a conceituação de especialistas, para a construção de 100 hospitais para atender os vulneráveis. São fatos objetivos para que o brasileiro não vote no candidato, mas no programa que ele oferece.

Além da instabilidade política, vivemos também uma grande crise econômica, com inflação, juros e desemprego altos e recessão à vista. Como sair de todo esse impasse?
A primeira coisa é o Brasil se declarar multilateralista. Porque precisa ter uma harmonia no plano internacional. O segundo ponto é que inevitavelmente a pandemia agravou os problemas no País e somos obrigados a reconhecer que a iniciativa privada, as grandes empresas, praticamente perderam sua capacidade de atuação. Portanto, a iniciativa privada se viu prejudicada por vários fatores e com isso vamos precisar não só dos capitais da iniciativa privada, mas especialmente dos investimentos estrangeiros, que não venham apenas buscar rendas, mas que desejem apostar em empreendimentos no Brasil, geradores de emprego. Nós vamos precisar, necessariamente, do investimento estrangeiro. Acho que esse é um caminho para tentar recuperar a economia.

Falando em multilateralismo, como o senhor avalia a viagem de Bolsonaro para visitar o Putin em meio a uma crise diplomática da Rússia com os EUA na Ucrânia?
Se o presidente for para lá para tratar de negócios, ótimo. Eu já fui à Rússia e fui recebido pelo presidente Putin. Se ele for para lá, em uma visita relacionada aos interesses comerciais do Brasil, mas ao mesmo tempo levando uma mensagem de paz entre Rússia e Ucrânia, vai pegar bem. Colocará o Brasil nesse plano multilateralista que eu estou mencionando. Naturalmente, ele já fez outras visitas aos Estados Unidos e deverá fazer ainda outras visitas a outros tantos países para revelar esse multilateralismo que o Brasil sempre desempenhou no passado.

O senhor acredita que o lulopetismo é um retrocesso?
Eu penso que é um retrocesso porque o PT tem dito que vai eliminar o teto de gastos, que, de um lado, dá a credibilidade fiscal ao País e, de outro, dá a estabilidade social, pois, mesmo na emenda que criou o teto, há hipótese de se usar o dinheiro público em uma calamidade pública, usando os chamados créditos ordinários. E a miséria é uma calamidade pública, assim como está sendo esta pandemia. Por outro lado, desprezar a Reforma Trabalhista, como propõe Lula, é um grande equivoco, pois essa reforma foi uma composição que fizemos entre empregado e empregador, que são as forças produtivas. É preciso aprimorar as reformas que foram feitas? Sim, sem sombra de dúvidas, porque a dinâmica social é muito rápida. Mesmo na reforma é preciso fazer adaptações, mas revogá-la eu acho retrocesso. O senhor diz que nenhum dos candidatos da terceira via lançados até aqui conseguiu empolgar a sociedade.

O senhor acha que antes de um nome, a terceira via deve apresentar um projeto que ofereça caminhos para o desenvolvimento?
O estabelecimento de uma candidatura única é o ideal, mas aí é aquela velha dicotomia entre o possível e o ideal. Há uma distância entre eles. Nos primeiros momentos em que se falou em terceira via, a ideia era que os partidos pré-lançassem candidaturas e depois se uniriam em torno de um único nome. O que eu verifico é que os chamados pré-candidatos são todos candidatos e isso pulveriza os votos na chamada terceira via e não acho que isso seja útil. O ideal é que houvesse uma única candidatura não apenas se dizendo oposição à polarização, mas apresentando um projeto de Brasil.

“Bolsonaro deveria restabelecer as relações com o mundo: precisamos de investimentos externos” (Crédito:Ueslei Marcelino)

O senhor diz ter sido procurado por vários políticos para viabilizar esse caminho pelo centro, como Doria, que tenta a formação de uma federação com o MDB, partido do qual o senhor é o presidente de honra. Acha possível essa proposta?
Sim, fui procurado por alguns políticos de vários partidos. Acredito que seja possível sim. Tenho conversado bastante com o deputado Baleia Rossi, presidente do MDB e com outras figuras da sigla. A própria Simone Tebet, pré-candidata do MDB, que veio me visitar, é muito preparada, com experiência no Legislativo e no Executivo. Tenho conversado com outros candidatos e sempre pregando um pouco de uma associação em função da pacificação do País. Eu acredito que maio é o momento próprio para isso.

O MDB negocia com outros partidos também, como o União Brasil e o PSD do ex-prefeito Gilberto Kassab, com quem o senhor anda conversando bastante nos últimos dias. É viável uma coligação que junte todo mundo?
Pelas conversas que eu tenho acompanhado, acho que esses entendimentos não são improváveis, podem acontecer. Sou muito favorável as federações, pois elas significam uma forma de reduzir, sem nenhum trauma, o número de partidos políticos. Hoje, pelo critério da federação, se três partidos se reúnem, eles tem que se manter unidos durante todo o mandato. Se isso acontecer duas, três vezes, ao longo do tempo, vão se constituir em um único partido. Eu acho ótimo envolver o Kassab nessa discussão, porque ele é um ótimo articulador político, tem sabedoria e tranquilidade nas conversas. Ele entrará com toda segurança nesse tema de pacificação nacional. Extremamente útil.

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