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Patrocinadora rompe com o Chelsea e exige que marca seja retirada da camisa


A empresa de telefonia móvel “Three” rompeu o vínculo que possuía com o Chelsea. Parceira do clube desde 2020, estampando a parte frontal da camisa, a gigante irlandesa decidiu por um fim ao contrato, avaliado em 40 milhões de libras (R$ 132 milhões) por temporada.

A decisão é consequência das sanções impostas pelo governo britânico sobre Roman Abramovich, dono do clube, após as invasões da Ucrânia pelas tropas russas. O russo tem relação próxima com Vladimir Putin, presidente da Rússia.

“À luz das sanções recentemente anunciadas pelo governo, solicitamos que o Chelsea Football Club suspendesse temporariamente nosso patrocínio ao clube, incluindo a remoção de nossa marca das camisas e do estádio até novo aviso”, afirmou um representante da empresa. “Reconhecemos que essa decisão irá impactar os torcedores do Chelsea, mas sentimos que é o certo a se fazer, tendo em vista as sanções em vigor no momento”, completou.

Aniversariante do dia, o Chelsea também sofrerá outras consequências além da perda do patrocínio da “Three”. Com as sanções impostas a Abramovich, o clube sofrerá a perda do direito de vender ingressos e jogadores, renovar contrato ou contratar novos atletas, além de não poder ser vendido até segunda ordem. Na última semana, o russo havia anunciado que estaria deixando o comando do Chelsea e o colocando a venda.

Além da “Three”, outras marcas estão revendo sua relação contratual com o Chelsea. Algumas das empresas que ainda mantêm relação com o clube são a Nike, Hyundai, EA Sports, MSC, Trivago, Yokohama Tires, entre outras.