Coronavírus

Passaporte de vacinação ganha terreno no mundo

Passaporte de vacinação ganha terreno no mundo

Um israelense mostra seu passaporte na chegada ao aeroporto de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, em 26 de novembro de 2020 - AFP/Arquivos


A ideia de criar um passaporte de vacinação é defendida por vários países para relançar os voos internacionais e o turismo, mas continua a gerar críticas nesta primeira fase das campanhas de vacinação no mundo.

– Os precursores –

Grécia e Chipre chegaram a acordos turísticos com Israel que permitem que seus cidadãos viajem sem restrições, graças a um “passaporte verde”. Israel também está em negociações com Malta a esse respeito.

Suécia e Dinamarca anunciaram a criação de certificados eletrônicos principalmente para viagens ao exterior.

Na Estônia, os passageiros estão isentos da quarentena na chegada se apresentarem o comprovante de vacinação. O mesmo acontece na Polônia, onde existe até um aplicativo para uso por essas pessoas.


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A Islândia, por sua vez, começou no final de janeiro a emitir documentos digitais para facilitar a circulação entre os países.

– UE dividida –

Na União Europeia, a Grécia, preocupada com a indústria do turismo, propôs em janeiro a criação de um “certificado de vacinação” europeu para facilitar as viagens dentro da União.

Mas a iniciativa divide os 27 do bloco.

Espanha, Itália, Áustria, Bulgária, Dinamarca e Suécia são favoráveis, mas outros são mais reticentes.

A França considera este debate “prematuro”, visto que até agora apenas uma pequena parte da população foi vacinada. A Alemanha compartilha desse ponto de vista.

– OMS: não neste momento –

A Organização Mundial da Saúde (OMS) está desenvolvendo certificados de vacinação digital em conjunto com a Estônia, mas os considera apenas como uma ferramenta de monitoramento das campanhas.

“Por enquanto” exclui usá-los como requisito para viagens.

“Existem muitas incógnitas fundamentais sobre a eficácia das vacinas na redução da transmissão (do vírus) e, por enquanto, há apenas um número limitado de vacinas disponíveis”, enfatizou o comitê de emergência da OMS.

Até agora, pouco mais de 222 milhões de doses foram administradas em todo o mundo, de acordo com uma contagem da AFP, para uma população mundial de 7,8 bilhões. 22% da humanidade também vive em países onde a vacinação ainda não começou.

– Testes das companhias aéreas –

O setor de aviação, fortemente afetado pela crise, é um dos principais promotores do passaporte de vacinação.

A companhia aérea australiana Qantas foi a primeira em novembro a defender a “necessidade” de os viajantes internacionais serem vacinados antes do embarque.

Desde então, várias empresas iniciaram fases de teste.

No Golfo, Emirates e Etihad vão testar o “IATA Travel Pass”, aplicativo idealizado pela Associação Internacional do Transporte Aéreo, para que os passageiros possam verificar se sua “vacinação atende aos requisitos de seu destino”.

A companhia aérea Air New Zealand também examinará a aplicação de um passaporte digital para garantir a autenticidade dos certificados de vacinação.

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