Economia

Parente diz estar confiante na manutenção do preço elevado do Brent

A valorização do preço do Brent neste início de ano vai ajudar a Petrobras a atingir a relação dívida/Ebitda ajustado de 2,5 x no fim deste ano, segundo afirmou o presidente da Petrobras, Pedro Parente, em encontro realizado com jornalistas nesta quarta-feira, 7. A cotação do barril ajuda a empresa também a manter o plano de investimento deste ano, ainda que tenha gastos extras com o pagamento do acordo firmado com acionistas dos Estados Unidos.

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Parente disse estar confiante na manutenção do preço do barril em patamares mais elevados neste ano. Em janeiro, chegou a alcançar a marca de US$ 70, que não era atingida desde dezembro de 2014. Se esse nível se mantiver, a empresa chegará a dezembro com alavancagem de 2x, embora, o ideal, em sua opinião, seja um índice de 1,5x. “Só não sei se estarei aqui (no cargo) quando isso acontecer”, afirmou.

Em contrapartida, se o barril ficar abaixo de US$ 62,4, o suficiente para a meta financeira ser atingida, a empresa vai ser obrigada a recorrer a artifícios de geração de caixa.

Entre os artifícios está a venda de um número maior de ativos do que o previsto até então. A estatal planeja fechar o ano com desinvestimento de US$ 16,5 bilhões, inseridos num portfólio total de US$ 40 bilhões. Caso o Brent caia para níveis médios inferiores a US$ 62,4 por barril, o portfólio pode ser ampliado até US$ 45 bilhões e as vendas avançariam para além dos US$ 16,5 bilhões.

Parente ressaltou ainda que a empresa conta com outras ferramentas para melhorar o caixa, caso a cotação internacional da commodity não a ajude a atingir suas metas. Entre elas está a redução de custos.

Eletrobras

A dívida da Eletrobras com a Petrobras com a compra de combustíveis para a geração de energia na Região Norte do País soma R$ 20 bilhões, segundo Parente.

Ele afirmou que a Petrobras só vai acertar um acordo com a companhia elétrica se as condições atenderem aos seus interesses.

A dívida da Eletrobras, na verdade, era da BR Distribuidora, mas foi assumida pela sua controladora para que fosse possível abrir o capital da subsidiária. O passivo é um dos entraves para a privatização da Eletrobras que o governo pretende realizar ainda este ano.

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