Papa Leão XIV volta a defender vida desde concepção até morte natural

Pontífice destaca a necessidade de uma "consciência renovada" e de promover uma cultura que cuide dos mais vulneráveis

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O Papa Leão XIV defendeu a proteção da vida, da concepção ao fim natural, durante a quinta Marcha Nacional pela Vida, em Bratislava, Eslováquia, no último domingo (20 de setembro). A mensagem do pontífice, lida pelo núncio apostólico Dom Nicola Girasoli, reforça a necessidade de valorizar a vida em todas as suas etapas e promover uma cultura de cuidado aos mais vulneráveis.

  • Papa Leão XIV enfatiza a proteção da vida e a necessidade de uma “consciência renovada” em mensagem à Marcha Nacional pela Vida na Eslováquia.
  • O pontífice incentiva uma cultura de cuidado com os vulneráveis e indefesos, visando a construção de uma sociedade mais fraterna e solidária.
  • A defesa da vida, desde a concepção ao fim natural, é um posicionamento recorrente do Papa, que já condenou o aborto publicamente.

Na mensagem enviada aos organizadores e participantes da Marcha Nacional pela Vida, o pontífice reiterou a importância de uma “consciência renovada sobre o dom precioso da vida”. Segundo informações divulgadas pelos meios de comunicação do Vaticano, Leão XIV também incentivou a promoção de uma “cultura capaz de cuidar, sobretudo, dos mais vulneráveis e indefesos”.

Para Robert Prevost, esse compromisso e postura podem ser cruciais para a construção de uma sociedade “mais fraterna e solidária”, fundamentada no respeito integral à dignidade humana.

Qual a posição do papa leão xiv sobre o aborto?

A defesa da vida por Leão XIV não é uma novidade. Em junho passado, o líder da Igreja Católica condenou o aborto em um discurso inédito proferido no Parlamento espanhol, em Madri. Naquela ocasião, ele já havia expressado seu apoio incondicional à vida humana “desde sua concepção até o seu fim natural”.

O Papa Leão XIV, durante o evento na capital espanhola, enfatizou que “a defesa da vida humana não é uma questão de interesse particular ou de filiação religiosa: é um objetivo da civilização”. Ele concluiu: “Toda a vida humana deve ser reconhecida e protegida desde a concepção até ao seu fim natural, em todas as circunstâncias da sua existência.”

Da IstoÉ com ANSA.