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Papa critica assistencialismo e pede mais ‘trabalho’

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"Como Igreja, não podíamos continuar caminhando, ignorando a dor de nossos irmãos", escreveu o Papa (Crédito: AFP)


O papa Francisco criticou a adoção de políticas assistencialistas e afirmou que apenas um emprego pode dar a “esperança de um futuro” para famílias pobres, durante uma audiência com a Federação Mestres do Trabalho da Itália, no Vaticano, nesta sexta-feira (15).

O discurso chega no momento em que a política italiana discute a adoção de uma “renda de cidadania” de até 780 euros por mês para pessoas pobres, proposta pelo antissistema Movimento 5 Estrelas (M5S).

“A esperança de um futuro melhor passa sempre pela própria atividade, ou seja, pelo próprio trabalho, e nunca apenas pelos meios materiais dos quais se dispõe. Não há nenhuma segurança econômica, nem alguma forma de assistencialismo, que possa garantir a plenitude da vida e a realização pessoal”, declarou o Papa.

Segundo Francisco, é impossível ser feliz “sem a possibilidade de oferecer a própria contribuição, pequena ou grande que seja, para a construção do bem comum”. Ele ainda defendeu que o contexto social seja “mais inclusivo e digno” para todos e pediu para o trabalho ser colocado no “centro” das preocupações”.

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