Mundo

Papa conversa com Macron e expressa ‘apoio fraterno’ à França

PARIS, 31 OUT (ANSA) – O papa Francisco conversou por telefone com o presidente da França, Emmanuel Macron, para expressar solidariedade em função do atentado que matou três pessoas na Basílica de Notre-Dame, em Nice.   

Segundo comunicado do Palácio do Eliseu, a conversa ocorreu na última sexta-feira (30), um dia após o ataque, e Macron assegurou ao líder católico que “continuará lutando contra o extremismo até que todos os franceses possam viver sua fé em paz”.   

Já Francisco expressou “seu apoio fraterno aos franceses”, de acordo com a Presidência. Além disso, ambos mostraram “total convergência” no “repúdio absoluto ao terrorismo e à ideologia de ódio que divide e coloca a paz em perigo”.   

Na quinta-feira (29), o Papa já havia condenado o atentado “do modo mais forte possível” e expressado “proximidade à comunidade católica da França”.   

O ataque no principal templo católico de Nice deixou três mortos, incluindo a brasileira Simone Barreto, 44 anos, esfaqueada pelo terrorista Brahim Aouissaoui, que também assassinou um sacristão e decapitou uma mulher.   

O ataque reacendeu o medo do terrorismo na França, cerca de duas semanas após a decapitação do professor Samuel Paty por um jihadista. O docente foi morto por ter exibido charges do profeta Maomé em uma aula sobre liberdade de expressão. (ANSA).   

Veja também

+ Homem salva cachorro da boca de crocodilo na Flórida
+ Conheça o phloeodes diabolicus "o besouro indestrutível"
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Mulher finge ser agente do FBI para conseguir comida grátis e vai presa
+ MasterChef: Fogaça compara prato com comida de cachorro
+ Cirurgia íntima: quanto custa e como funciona
+ Zona Azul digital em SP muda dia 16; veja como fica
+ Estudo revela o método mais saudável para cozinhar arroz
+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago
+ Cinema, sexo e a cidade
+ Descoberta oficina de cobre de 6.500 anos no deserto em Israel