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Papa celebra viagem ao Iraque: ‘Sentia-me preso’


VATICANO, 8 MAR (ANSA) – O papa Francisco afirmou nesta segunda-feira (8), em seu voo de retorno do Iraque, que realizar uma viagem internacional foi como se libertar de uma “prisão”.   

Jorge Bergoglio passou os últimos 12 meses recluso no Vaticano devido à pandemia do novo coronavírus e, na maior parte desse período, celebrou audiências e missas sem público devido às normas anti-Covid em vigor na Itália.   

“Depois desses meses de prisão, me sentia um pouco encarcerado, e isso [viajar] para mim é renascer, tocar a Igreja, tocar o santo povo de Deus”, disse Francisco a jornalistas no avião papal.   

“Sinto-me diferente quando estou longe do povo”, declarou, acrescentando que gostaria de retomar as audiências com público “o quanto antes”.   

“Esperamos que existam as condições. Eu sigo as normas das autoridades, são elas a responsáveis e elas têm a graça de Deus para nos ajudar”, ressaltou.   


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Francisco também foi questionado sobre os motivos de realizar uma viagem em plena pandemia e se não teme que os fiéis tenham contraído o novo coronavírus para conseguir vê-lo.   

“Rezei muito e, no fim das contas, tomei a decisão livremente, mas que vinha das profundezas. Que aquele que me ajudou a decidir dessa maneira se ocupe das pessoas, e assim decidi após uma oração, sabendo dos riscos”, disse.   

Francisco passou três dias no Iraque, sua primeira missão apostólica internacional após o início da pandemia do novo coronavírus, e visitou Bagdá, Najaf, Irbil, Mosul e Qaraqosh, além da planície do Ur, terra natal de Abraão na tradição bíblica.   

Em vários momentos, houve aglomerações de fiéis para conseguir ver o pontífice.   

Líder xiita – Em sua coletiva de imprensa, Bergoglio também elogiou o aiatolá Ali al-Sistani, principal clérigo xiita do Iraque e com quem teve uma reunião privada de 45 minutos no último sábado (6).   

“Eu sentia o dever de fazer essa peregrinação de fé e penitência, de encontrar um grande, um sábio, um homem de Deus.   

Basta escutá-lo para perceber isso”, afirmou o Papa.   

Além disso, Francisco acrescentou que seus diálogos com líderes de outras religiões, incluindo o Islã, não são um “capricho”.   

“Haverá outros [encontros], o caminho da fraternidade é importante”, declarou. (ANSA).   

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