Treze anos após um acidente que matou uma adolescente de 14 anos, o brinquedo ‘La Tour Eiffel’ do parque de diversões Hopi Hari, em Vinhedo (SP), mais conhecida como ‘elevador’, deixará definitivamente de existir. O brinquedo está interditado desde fevereiro de 2012 e será substituído por uma nova atração.
+ Salva-vidas morre em São Paulo após ser sugado por ralo em parque aquático
+ Pelo menos 32 mortos após queda de grua sobre trem na Tailândia
Ao longo dos anos, o parque anunciou diferentes projetos para substituir o brinquedo, mas nenhuma das propostas chegou a ser executada.
O acidente ocorreu em fevereiro de 2012 e vitimou a estudante Gabriela Yukari Nichimura. Outras 21 pessoas ficaram presas no brinquedo após uma pane técnica e precisaram ser resgatadas.
Nichimura morava no Japão e estava no Brasil em férias com os pais e a irmã na época do acidente. Investigações da polícia apontaram que a adolescente caiu após utilizar uma cadeira que estava quebrada.
Em nota divulgada pelo portal de notícias g1, o Hopi Hari afirmou que “segue investindo continuamente na revitalização e modernização de suas áreas, com o objetivo de oferecer experiências cada vez mais completas e surpreendentes aos visitantes”. O comunicado diz ainda que, “como parte desse movimento, o parque iniciou um processo de atualização de um de seus espaços icônicos, que dará lugar a uma nova atração de grande porte”.
Ainda não foram divulgadas informações sobre a atração que irá ocupar o lugar da La Tour Eiffel. O brinquedo, uma torre de queda livre de 69,5 metros de altura, fica localizado próximo à entrada do parque de diversões. “As novidades fazem parte do plano de investimentos do Hopi Hari e serão anunciadas em breve”, informou o parque.
Atração chegou a ser reaberta
O Hopi Hari havia decidido reformular e reabrir o “elevador” em meados de dezembro de 2021. À época, estabelecimento confirmou, na época, que conseguiu as autorizações de órgãos reguladores para dar seguimento ao projeto.
“Esta decisão se baseou em diferentes critérios, desde um minucioso estudo realizado com visitantes do Parque até viabilidades técnica e econômica, o que impulsionou sua liderança a consultar e conquistar aprovação junto a todos os órgãos legais competentes”, disse a administração do parque.