Pais de alunos cobram Escola Eleva do Rio após demissão de professores

Coluna: Coluna do Mazzini

Leandro Mazzini é jornalista graduado na FACHA, no Rio, e pós-graduado em Ciências Políticas pela UnB. Iniciou carreira em 1996 em MG. Foi colunista do Informe JB, da Gazeta Mercantil, dos portais iG e UOL. Apresentou programas na REDEVIDA de Televisão e foi comentarista da Rede Mais/Record Minas. De Brasília, assina a Coluna Esplanada em jornais de capitais e é colunista do portal da Isto É.

Pais de alunos cobram Escola Eleva do Rio após demissão de professores

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Com mensalidade a R$ 6.500, a Eleva da Barra da Tijuca está no foco Foto: Divulgação

Conhecida como escola da classe triplo A no Rio de Janeiro, com unidades na Barra da Tijuca e Botafogo, a Escola Eleva passa um momento delicado junto aos pais de alunos. Haverá uma reunião amanhã, com pais e alunos, para discutir as pautas.

Com mensalidade a R$ 6.500, a Eleva da Barra da Tijuca está no foco. O Grupo Inspired, que comprou a escola de Jorge Paulo Lemann, demitiu dezenas de professores qualificados e reviu programas e atividades extensoras consideradas o diferencial do ensino.

Os pais dizem que souberam das mudanças apenas na véspera do início das aulas, há semanas, embora as demissões e alterações no quadro estejam em andamento desde novembro, segundo contam. Uma petição online dos insatisfeitos circula na praça.

A Eleva enviou a seguinte nota à Coluna:

“A Escola Eleva realiza anualmente uma avaliação individual de cada professor a partir da observação de salas, pesquisas e dados de comprometimento profissional. Também é feita uma análise da quantidade de turmas e matérias em cada série. A partir dessas considerações, as decisões de investimento ou reestruturação da equipe de professores são definidas, sempre com o compromisso de oferecer aos nossos alunos os melhores profissionais do mercado e um elevado padrão de qualidade acadêmica”.