Por Walmor Parente, subeditor da Coluna

Apesar da revelação de reuniões de Luciane Barbosa Farias – esposa de um líder do Comando Vermelho – na sede do Ministério da Justiça, os secretários que a ciceronearam permanecem intocáveis nos cargos.

Recai sobre o chefe da pasta, Flávio Dino, o desgaste provocado por Elias Vaz, secretário Nacional de Assuntos Legislativos, e Rafael Velasco Brandani, secretário Nacional de Políticas Penais.

Além do bombardeio da oposição – com pedidos de convocações e denúncias -, o trio do MJ encrencado pela esposa do traficante Tio Patinhas entrou na mira do Ministério Público junto ao TCU.

Assinado pelo subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, o pedido de apuração sustenta que não é possível alegar que o encontro foi “um erro”, como tentou justificar Elias Vaz.

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