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OMS promete transparência no relatório de investigação sobre a China

OMS promete transparência no relatório de investigação sobre a China

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, em 26 de dezembro de 2020 - World Health Organization/AFP


O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, prometeu que o relatório dos especialistas enviados à China para investigar as origens da pandemia será feito com “total transparência”, diante das suspeitas que existem em torno da missão.

“O que posso garantir é que tudo o que aconteceu durante a missão será apresentado de forma transparente”, prometeu Ghebreyesus durante entrevista coletiva nesta sexta-feira (5) em Genebra.

O relatório final e um resumo serão publicados ao mesmo tempo “na semana de 15 de março”, informou o chefe da missão, Peter Ben Embarek.

Em janeiro, a OMS enviou uma equipe de especialistas a Wuhan, no centro da China, onde foi detectado o primeiro caso de coronavírus no final de dezembro de 2019. Os cientistas permaneceram na cidade chinesa por quatro semanas, com o objetivo de descobrir a origem do vírus.

A princípio, a OMS afirmou que divulgaria um documento preliminar antes do relatório final, mas desistiu da ideia no final de fevereiro, sem explicar o motivo.


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Ghebreyesus, que garantiu não ter visto ainda o relatório, prometeu revelar “exatamente o que aconteceu, quais foram os avanços e quais foram os desafios e para onde iremos a partir daí”.

Na véspera, 24 pesquisadores internacionais publicaram uma carta aberta pedindo uma investigação nova, independente e mais profunda, na qual denunciam as “limitações estruturais” impostas aos especialistas da OMS durante sua visita à China.

Os autores dessa carta consideram, por exemplo, que a hipótese de que o vírus teria sido criado em um laboratório de Wuhan poderia ter sido descartada muito rapidamente, apesar de Ghebreyesus afirmar na época que “todas as hipóteses ainda estavam sobre a mesa”.

A pandemia foi responsável por 2,57 milhões mortes no mundo, de acordo com um balanço da AFP.

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