Edição nº2577 17/05 Ver edições anteriores

“O voto manda no Brasil”, diz Doria na diplomação

Divulgação / João Doria

A Justiça Eleitoral de São Paulo deu hoje mais um passo para a posse de João Doria (PSDB) no governo de São Paulo, no próximo dia 1º de janeiro. Realizou a solenidade de diplomação do novo governador e seu vice Rodrigo Garcia (DEM), em concorrido evento ocorrido na Sala São Paulo, no centro da cidade. Em seu rápido discurso na diplomação, Doria prestou uma homenagem à força do eleitor. “Recebi a diplomação ao lado de deputados estaduais, federais, senadores e senadoras. É um orgulho. Isto é democracia, democracia pelo voto, o voto manda no Brasil”, disse o novo governador.

Além de Doria e Garcia, foram diplomados ainda 94 deputados estaduais, que tomam posse em março, 70 deputados federais e os senadores Mara Gabrilli (PSDB) e Major Olímpio Gomes (PSL), que assumirão seus cargos em fevereiro. O evento foi comandado pelo desembargador Carlos Eduardo Caduro Padin, presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP), para quem “a diplomação é um documento que atesta o resultado das urnas e marca o fim da eleição e o início dos novos mandatos”. Segundo ele, “a cerimônia da diplomação, embora singela, coroa o ciclo da eleição, o candidato fica habilitado a exercer o cargo para o qual foi eleito”, disse o magistrado.

Doria, assim, está pronto para assumir o governo de São Paulo no dia 1º das mãos do atual governador Márcio França (PSB), que foi derrotado por ele no segundo turno. Em entrevistas, Doria tem dito que as primeiras medidas de seu novo governo serão na área de segurança, com a instalação de 22 Batalhões de Ações Especiais de Polícia Militar (Baeps), que serão estruturados para resolver a crise de segurança nas principais cidades paulistas. O primeiro Baep será implantado por Doria em São Bernardo do Campo e ele promete entregar os outros 21 Baeps ao longo dos 4 anos de governo.

Segundo Doria, “a segurança será uma das prioridades” do seu governo. Além disso, o novo governador contará com o supersecretário da Fazenda, Henrique Meirelles, para comandar um grande programa de desestatização de aproximadamente R$ 23 bilhões. “Esse dinheiro será usado para o financiamento de programas na área social”, disse Doria.


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