Luciane Angelo Foto Divulgação Ela é uma das mais novinhas da turma, mas dá e bem o recado na passarela do Fashion Rio. A marca de beachwear, Triya, de apenas 7 anos, faz sucesso com a fórmula modelagem + estampa. “Para este verão teremos peças de macramê, calcinhas menores, calcinhas asa-delta, hot pant e as mais básicas. Os maiôs vêm bem estampados, coloridos. Vai ser como se a cor invadisse a passarela”, disse Isabela Frugiuele, enquanto dava os últimos retoques nas peças que vão ser desfiladas no dia 26, último dia da semana de moda carioca. E não é só o eleitorado brasileiro que gosta das peças de Isabela Frugiuele, Carla Franco e Maria Isabel Fioravanti. “Exportamos para a Europa e Japão e temos o projeto de entrar no mercado norte-americano. As européias e asiáticas querem usar o biquíni que as brasileiras usam, já as norte-americanas preferem a calcinha maior. Confira a seguir o bate-papo com Isabela Frugiuele. Como será o verão da Triya? Bem colorido. Usamos a cor como tema na arte, no gesto, na pintura. Fomos também para um lado bem tecnológico: começamos a experimentar novas maneiras de fazer as estampas usando programas novos. Terá peças de macramê, calcinhas menores, calcinhas asa-delta, hot pant e as mais básicas. Os maiôs vêm bem estampados, coloridos. Vai ser como se a cor invadisse a passarela. Qual o segredo do biquíni da Triya? Temos uma modelagem básica mas muito pensada. Usamos cintura baixa com lateral grande para não apertar. Desde o começo temos bojo no tomara-que-caia. O segredo é a modelagem e a estamparia que fazemos com exclusividade. Fale sobre as estampas. No nosso caso usamos 25 modelos de estampa por coleção. Fugimos dos temas tradicionais de praia como conchinha e florzinha. Fazemos desenhos étnicos, abstratos. O biquíni é uma peça tão pequena que é legal ousar na estampa. Não agride tanto quando, por exemplo, a estampa é usada em roupas. Como a marca está em números, distribuição? No Brasil a gente tem mais de 55 multimarcas, uma loja própria no shopping Iguatemi (SP), outra no bairro do Itaim (SP). Nossa primeira loja no Rio abriremos em agosto. E mercado externo? Exportamos para a Europa e Japão e temos o projeto de entrar no mercado norte-americano. As européias e asiáticas querem usar o biquíni que as brasileiras usam, já as norte-americanas preferem a calcinha maior. Tivemos uma reunião com a rede espanhola Corte Inglês e eles gostaram do nosso colorido e falaram que o biquíni brasileiro, ultimamente, anda muito chique e que o nosso diferencial eram as estampas e modelagens diferentes das demais marcas. Queremos manter essa identidade. E a entrada no Fashion Rio? É a nossa terceira edição. Somos uma marca paulistana relativamente nova, temos apenas 7 anos. E desfilar no Fashion Rio foi muito positivo tanto como posicionamento da marca como venda para o Brasil inteiro como nordeste e sul. Siga Gente no Twitter!