Em Cartaz

O som magnético de Billy Gibbons

Novo álbum solo do guitarrista do ZZ Top retoma o estilo que marca sua banda há 50 anos

Crédito: Blain Clausen

“O blues é uma das formas de arte mais puras já produzidas nos EUA” Billy Gibbons, guitarrista do ZZ Top (Crédito: Blain Clausen)

Poucos artistas têm sua música tão associada à imagem quanto Billy Gibbons, da banda americana ZZ Top. Ao lado de Dusty Hill e Frank “Beard” (Frank é o único do grupo que só tem bigode), o guitarrista barbudo possui uma carreira que já dura cinco décadas. Dessa vez, porém, ele deu folga aos colegas e partiu para seu terceiro álbum solo, “Hardware”, gravado no deserto da Califórnia “entre cactos e cascavéis”, como define. “O blues é uma das formas de arte mais puras já produzidas nos EUA”, diz.

“É um estilo simples e pode ser tocado com um equipamento básico. É o segredo da sua longevidade.” Nascido no Texas, o músico garante que sente sua influência até em artistas mais jovens, como a cantora Billie Eilish. Indagado sobre a razão por trás das longas barbas usadas pela banda, Billy é categórico: “somos preguiçosos demais, por isso decidimos jogar fora as lâminas de barbear”. Contanto que mantenha o som feito nos últimos 50 anos, está tudo bem.

Caindo na estrada

Divulgação

O roqueiro Dave Grohl não para: depois de brilhar em bandas como Nirvana e Foo Fighters, ele ataca agora como documentarista. “Todas as bandas do mundo têm de começar em algum lugar – geralmente em uma van”, diz. Seu novo filme é sobre os artistas que passam o dia a dia viajando em turnês intermináveis, o caminho mais curto em busca da fama. Em “What Drives Us” (Amazon Prime Video), Dave entrevista os músicos Ringo Starr, Lars Ulrich, do Metallica, e Steven Tyler (foto), do Aerosmith. Prepare-se para histórias hilárias e boas memórias sobre a divertida vida na estrada.