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‘O governo federal tem medo de cobrar das elites’, diz deputado Israel Batista

Crédito: IstoÉ

O deputado federal Israel Batista (PV-DF) participou da live de ISTOÉ no final da tarde desta sexta-feira (26). O parlamentar falou sobre reformas, em especial a Administrativa e Tributária, e abordou várias Propostas de Emenda à Constituição (PEC) que tramitam no parlamento, as quais tratam de corte de despesas e mexem com o funcionalismo público.

Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público, professor Israel, como é conhecido, explicou a chamada PEC 32, que segundo a propaganda palaciana busca economizar milhões de reais, acabando com a mordomia e as farras com o dinheiro público.

O deputado entende que esse discurso não passa de fanfarrice dos ocupantes do poder na Esplanada dos Ministérios. “A PEC 32 é o avanço da política sobre a técnica”, diz.

No entendimento do deputado do Distrito Federal, ao fim, o governo não quer mudar nada, mas apenas criar e ampliar o mito que servidor público é tudo vagabundo, marajás e trabalham contra a população.

“O governo falta com a verdade, eles querem acabar com a estabilidade do funcionalismo”, afirma.


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“O texto da PEC 32, nos dá a impressão, foi escrito por pessoas que têm pouco conhecimento da administração pública”, completa.

A proposta do governo, diz o parlamentar, é um texto que foi encaminhado ao Congresso sem documentos que embasam as justificativas de corte de gastos e funcionários para um melhor funcionamento da máquina pública.

“A PEC 32 tem caráter fiscalista e não visa a melhoria do serviço público”, diz. E continua: “O governo vai ter mais espaço para fazer indicações por apadrinhamento. Isso que nos preocupa bastante”, alerta.

Israel questionou a verdadeira intenção do Palácio da Planalto, leia-se Ministério da Economia, nas propostas de mudanças.

“A reforma Administrativa surgiu para ofuscar o debate sobre a reforma Tributária”, começa.

“O governo federal tem medo de cobrar das elites uma participação efetiva na solução dos problemas do país”, conclui.

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