ISTOÉ Gente

“O funk é música eletrônica, é música black, é James Brown”

Crédito: Divulgação

 

O carioca Dennison de Lima Gomes é o compositor de algumas das músicas mais tocadas do país. No YouTube, só em 2016, uma de suas músicas – “Malandramente” – ultrapassou a marca de 84 milhões de visualizações. Ele é um sucesso que atende pelo nome de DJ Dennis. Saiu de sua lavra hits como “Cerol Na Mão”, “Um Tapinha Não Dói”, “Vai Lacraia” e muitas outras que você já ouviu, mas talvez não sabia que era dele. Na segunda-feira, 20, ele participou da live de Gente.

Em conversa com a jornalista Letícia Sena, o DJ falou sobre a história do funk, de seus sucessos, dos projetos de futuro e sobre os bastidores da carreira e do último show, a “live do Cristo”, uma balada organizada no último sábado no Cristo Redentor. “A primeira live 4D do mundo. Foi a realização de um sonho”, lembra.

Com mais de 3,4 milhões de seguidores nas redes sociais, já foi batizado no Rio de janeiro de “Rei do Funk”. Não se comprova o título de majestade dado nas redes sociais, mas não erra quem aposta que Dennis escreveu e ainda escreve a história do funk brasileiro.

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“O funk é música eletrônica, é música black é James Brown”, avalia. Dennis é mais que somente DJ, ele é compositor, produtor musical, enfim, um empreendedor do funk. Com um radar para talentos, ele tem ou já teve parcerias com dezenas de artistas como Claudia Leite, MC Livinho, Latino, MC Marcinho, Mc Pikachu, Mc Kekel e os já conhecidos MC Nandinho e Nego Bam, Kelly Key, Ludmila, Kevinho, DJ Marlboro… “Hoje, todo mundo que ser DJ, assim como era querer ser jogador de futebol. Mas não é tão fácil se dar bem”, disse ele. Na live, ele manda um recado para quem quiser seguir a carreira dele; “Minha vida deu certo porque fiz tudo com muito amor”, disse e alerta: “É importante aprender a fazer composições”, disse ele.

O multiartista ainda falou sobre a história do funk e suas origens. “Minha referência é o som eletrônico”, diz. “Essa coisa que o som antigo era melhor, não existe. Tudo é muito bom. Música não tem idade. O funk, assim como o samba, o pagode e outros sons vão se atualizando.”

“Tenho uma música para lançar com a Ludmila e vou gravar com o Natiruts – um sonho que espero há 11 anos”, revela. Por causa da pandemia do Coronavírus, ele disse que teve que adiar dois projetos: “Vou lançar um DVD e produzir uma live na capital paulista em agosto”, revelou ele sobre seus projetos futuros.

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