O curandeirismo de Bolsonaro não salva; mata

Crédito: Reprodução/ Facebook

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O site UOL produziu interessante estudo, baseado nos dados do Ministério da Saúde e apurou que, em dez cidades com mais de 100 mil habitantes que distribuíram o tal “kit Covid”, para o fictício “tratamento precoce”, nove delas tiveram taxa de mortalidade, por infecção do novo coronavírus, mais alta que a média estadual.

Boa Vista (RR), Cachoeirinha (RS), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Goiânia (GO), Gravataí (RS), Itajaí (SC), Jundiaí (SP) e Natal (RN) apresentaram mais óbitos por 100 mil habitantes, por Covid-19, do que a média do restante das cidades – nos respectivos estados – que não aderiram ao curandeirismo bolsonarista.

Apenas em Parintins (AM) a taxa de mortalidade por Covid-19 foi ligeiramente menor: 157 mortes por 100 mil habitantes, contra 159 mortes por 100 mil habitantes apuradas no restante do estado do Amazonas. Um número, convenhamos, praticamente igual ao das cidades relacionadas logo acima. Ou seja, um fiasco.

Já em Itajaí (SC), onde o prefeito prega a cura por ozônio, a taxa foi de 133 mortes por 100 mil habitantes; 58% a mais que a média do estado. O prefeito não é bolsonarista, mas apenas um curandeiro qualquer, da mesma cepa dos terraplanistas e antivacinas que encontramos no Brasil e mundo afora, infelizmente.

Portugal, durante a primeira onda da pandemia, foi exemplar nas políticas sanitárias e de isolamento social. Como resultado, colheu um dos menores índices de infectados e de mortos (por milhão de habitantes) de toda a Europa. Porém, como os demais países do continente, relaxou, e hoje bate recorde de casos diários.


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Ou seja, o chamado isolamento social funciona, e é, na prática, provado e comprovado por números abundantes e robustos por todo o planeta. Mas vá convencer o devoto da cloroquina (Jair Bolsonaro). Vá convencer os negacionistas, que até hoje acreditam que a doença é apenas uma gripezinha, um resfriadinho de nada.

Por falar em cloroquina, até aquele médico-cientista francês – irmão gêmeo do feiticeiro Saruman, da magnífica trilogia de J.R.R. Tolkien, O Senhor dos Anéis (The Lord Of The Rings, New Line Cinema, 2001-2003) – que difundiu o uso da droga para tratamento da Covid-19, reconheceu seu erro. Ou seja, as emas têm razão!

Jamais saberemos quantas pessoas foram infectadas – e morreram de Covid-19 – por conta do discurso suicida (e da política genocida) deste maníaco negacionista que não se cansa de espalhar mentiras e crendices por aí. Contudo, uma coisa é mais do que certa: curandeirismo, bolsonarista ou não, não salva; mata.

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