O bom, o melhor e o imprescindível

Crédito: José Manuel Diogo

(Crédito: José Manuel Diogo)


Para as empresas que navegaram na incerteza da política comercial dos Estados Unidos nos últimos quatro anos, a nova presidência americana de Biden pode até parecer um regresso à normalidade. Mas não é!

Não é nada provável que a nova administração Democrata restabeleça o status quo que existia até 2017. A presidência de Donald Trump — de quem o Brasil tão rapidamente deixou de falar — teve impactos bem positivos na economia americana.

Não fosse a desastrada gestão que Trump e o seu ego fizeram da pandemia, poucos poriam em causa que o espalhafatoso empresário ruivo continuasse até hoje —de pedra e cal — a comandar os destinos da América.

O ultimo consulado republicano, foi bom para a criação de empregos, para o aumento do produto interno bruto, para o maior desenvolvimento da industria e até — de um ponto de vista estritamente económico — para a melhoria da imagem do EUA no mundo.

Por isso é importante que as empresas compreendam que a mudança que Biden traz ao mundo é muito mais cosmética que realmente substantiva.

Os empresários sensatos — e conhecedores — vão com certeza adotar uma abordagem mais cautelosa à anunciada “mudança”.

Eles se dividirão em três níveis de atenção de acordo com: a sua capacidade financeira, o conhecimento que têm dos ecossistemas e por fim, o poder de intuição, um terceiro fator,  talvez o mais crítico porque que não depende dos anteriores.

Neste quadro, os empresários que são bons, irão trabalhar no âmbito dos acordos comerciais já existentes – porque estes não vão mudar; eles vão também cuidar de melhorar a resiliência e a competitividade das cadeias globais de abastecimento, — físicas e  digitais – porque delas depende toda a economia global; e finalmente todos vão finalmente compreender o que é a pegada de carbono e preocupar-se com ela – será o imposto mais pesado que vão ter de pagar.

Outros  empresários, que podemos chamar de muito bons, vão concentrar-se apenas nos sectores mais estratégicos para o futuro: A Inteligência Artificial, o transição dos registos para o blockchain, A transição dos sistemas financeiros para o padrão Cripto e a Energia.

Mas aqueles empresários que vão trabalhar em conjunto para influenciar as decisões políticas — ou talvez mesmo para as tomar — é que serão imprescindíveis.

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Sobre o autor

Fundador da Informacion Capital Consulting e Diretor da Câmara de Comércio e Industria Luso Brasileira em Lisboa onde coordena o comité de Trade Finance é o autor do estudo "O Potencial de Expansão das Exportações Brasileiras para Portugal”. Atua atualmente como investidor e consultor, estando envolvido em projetos de intercâmbio internacional nas áreas do comércio, tecnologia e real estate. Vive com um pé em cada lado do Atlântico, entre São Paulo e Lisboa. É autor e colunista na imprensa internacional sobre temas de investimento, importação e exportação e inteligência de mercado. É um entusiasta da cultura e da língua portuguesa.


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