Presidente do Banco do Nordeste fica apenas um dia no cargo e será exonerado, diz colunista

Marcos Corrêa / PR
Presidente da República, Jair Bolsonaro, e o então presidente da Casa da Moeda do Brasil, Alexandre Borges Cabral Foto: Marcos Corrêa / PR

Após um dia da sua posse como presidente do Banco do Nordeste (BNB), na capital cearense, Alexandre Cabral deve ser exonerado da posição de comando da entidade, conforme apuração do blog de Cristina Lôbo, do G1.

O motivo da exoneração seria que Cabral está “cheio de problemas”. Alexandre é alvo de investigação no Tribunal de Contas da União (TCU) pelo período em que esteve à frente da Casa da Moeda, em 2018.

O nome de Cabral foi uma indicação do ministro da Economia, Paulo Guedes, com o objetivo de evitar uma indicação do PL de Valdemar da Costa Neto. Ainda de acordo com o blog, assessores dizem que a nomeação não foi política.

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“A imprensa fala que é indicação do Centro Democrático – eu não mais falo em Centrão, que é muito pejorativo – e isso nos traz problemas, mas não foi”, afirmou o ministro da Articulação Política, general Luiz Eduardo Ramos.

Cabral estaria supostamente envolvido em um esquema de fraude e favorecimento em licitações para as empresas Sicpa e Ceptis.