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Nova onda de frio pode fazer temperatura chegar a 6°C em São Paulo


A chegada de uma nova massa de ar frio deve fazer as temperaturas caírem em várias cidades do Brasil nos próximos dias. Apesar de menos intensa do que a do início de julho, essa massa de ar frio pode provocar dias gelados nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

A previsão é de que a massa de ar frio passe pelo Brasil a partir desta quinta-feira, 1º. Mas os efeitos do fenômeno devem ser sentidos com mais intensidade no fim de semana.

No Estado de São Paulo, haverá queda de temperatura no sábado, 3, principalmente nas regiões sul e leste. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as temperaturas estarão perto do ponto de congelamento na região de Itapetininga.

No domingo, 4, a temperatura mínima pode chegar perto de 0ºC em algumas áreas do Estado, segundo o Inmet, e deve haver geada no sul e sudeste. Já na capital paulista, as mínimas podem chegar a 7ºC e 6ºC, no sábado e no domingo, respectivamente.

No dia 7 de julho, data da passagem da última massa de ar frio significativa, o Inmet registrou 6,5ºC na capital paulista, a menor para o mês, segundo dados oficiais. Na região sul da cidade, em uma estação automática do Inmet mantida em convênio com o Sesc Interlagos, a temperatura mínima no dia 7 de julho foi de 4,8°C. Naquela semana, houve mortes de moradores de rua, decorrentes das baixas temperaturas.

Onda de frio pelo País pode causar até neve

De acordo com a Climatempo, regiões dos Estados de Rio Grande do Sul e Santa Catarina devem registrar as menores temperaturas dessa nova onda de frio. A previsão preliminar é de que as temperaturas mais baixas cheguem a 7ºC negativos.

Áreas de serra no Rio Grande do Sul e Santa Catarina podem ter neve. No Estado do Rio, a temperatura deve ficar negativa na parte mais alta do Parque Nacional do Itatiaia, no limite com Minas Gerais.

Julho foi o segundo mais chuvoso da história

Balanço divulgado pelo Inmet nesta quarta-feira, 31, indica que o mês de julho foi o segundo mais chuvoso em 76 anos. O mês terminou com 156 mm de precipitação – o valor médio para o mês é de apenas 47,8 mm.

A alta foi puxada por um dia de chuva atípica na capital. Entre as 9 horas do dia 4 de julho e as 9 horas do dia 5, foram registrados 123,6 mm de precipitação, um recorde em toda a série histórica de medições do Inmet, iniciada em 1943.

No dia 5 de julho, houve alagamento e interdição da Marginal do Tietê e o rodízio de veículos teve de ser suspenso. As rodovias Anhanguera e Tamoios também ficaram interditadas.


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