Nós vamos voltar a viajar, mas de um jeito diferente

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2020: Os Jetsons nos venderam carros voadores, avanços na biotecnologia e até  teletransporte. Confesso que não esperava tanto, mas ao menos, sei lá, novos programas de obras públicas, e nosso setor de educação e saúde caminhando de vento em popa, uma economia mais inclusiva e, claro, um governo decente. Dureza.

Em vez disso, estamos lutando pela democracia, contra o racismo e com uma pandemia que parece não ter fim. Tentando abraçar o futuro, esquecer as regras do passado e planejar cenários, afinal já se foram longos 3 meses de adaptações e resiliência, vivendo nessa incerteza de que qualquer estratégia que envolva um “retorno ao normal” ainda será realizada de maneira vaga.

A única certeza é que, independentemente da magnitude da recuperação econômica, o mundo voltará irremediavelmente alterado. Enfim, dentro desse cenário louco, como faremos para viajar?

Nos aeroportos

De acordo com o The Daily Mail, para resolver o maior problema dos aeroportos, a ideia é que os passageiros recebam mensagens de texto na hora de embarcar, eliminando a necessidade de ficar na fila. As malas poderão passar por um processo de higienização e desinfecção por UV antes de serem carregadas nos aviões.

O Aeroporto Internacional de Hong Kong está testando uma cabine de limpeza para pessoas, usando um spray antimicrobiano, robôs de limpeza que usam um esterilizador UV e um esterilizador de ar para desinfetar os espaços públicos.

Em relação aos documentos, a IATA já sugere algo como “passaporte de imunidade”. Talvez como os cartões da febre amarela que mostramos antes de viajar para determinadas regiões.

Nos aviões

As empresas de design estão quebrando a cuca, claro. Algumas sugestões são inverter o assento do meio em cada fila de três e divisórias transparentes que protegem os passageiros uns dos outros. Comida quente, nem pensar e óbvio, máscara obrigatória.

A Air Canada por exemplo, lançou um programa chamado CleanCare Plus, que envolve a medição de temperatura antes dos voos, um questionário de saúde e um kit de higiene com álcool gel antissépticos para as mãos.

Entrada nos países

Recentemente, Hong Kong tornou o teste de Covid-19 obrigatório para o desembarque, e o Aeroporto Internacional de Narita, em Tóquio, exige o teste de passageiros que chegam de países de alto risco. Uma “miniquarentena” em um hotel próximo ao aeroporto até que seu teste seja liberado.

E, se não for assim, a Emirates já oferece exames de sangue da Covid-19 a passageiros partindo de Dubai, e os testes oferecem resultados em 10 minutos.

Será que os voos serão baratos o suficiente para atrair o nível de passageiros que tínhamos antes? Eu não sei, me parece que pagaremos caro por isso.

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