ROMA, 2 FEV (ANSA) – Com menos de seis milhões de habitantes e dona de um território pouco maior que o estado de Goiás, a Noruega é a maior potência da história dos Jogos Olímpicos de Inverno, que serão disputados pela 25ª vez.
Entre as edições de 1924, em Chamonix, e de 2022, em Pequim, os escandinavos conquistaram 405 medalhas, sendo 148 de ouro, 133 de prata e 124 de bronze. A diferença para a segunda colocada do quadro histórico, os Estados Unidos, é de 75 pódios.
Com 329 medalhas, os americanos, única nação a conquistar ao menos um ouro em todas as edições do megaevento esportivo, somam 113 ouros, 120 pratas e 96 bronzes. Eles são seguidos pela Alemanha, que possui 265 honrarias e completa o top 3 da lista.
A relação das 10 primeiras colocadas é completada por União Soviética, Canadá, Áustria, Suécia, Suíça, Holanda e Rússia.
Anfitriã dos Jogos Olímpicos de Inverno pela terceira vez na história, após as edições de 1956 e 2006, a Itália ocupa apenas a 12ª posição no ranking de medalhas do megaevento, com 141 pódios: 42 ouros, 43 pratas e 56 bronzes.
O Brasil nunca conquistou uma medalha nos Jogos de Inverno, mas isso pode mudar em Milão e Cortina d’Ampezzo. A delegação verde-amarela desembarcará na Itália com boas chances de pódio, especialmente com Lucas Braathen, Nicole Silveira e Patrick Burgener.
Caso alcance o feito inédito, o gigante sul-americano poderá se juntar ao seleto grupo de nações do Hemisfério Sul que já subiram ao pódio nas Olimpíadas de Inverno, formado por Austrália e Nova Zelândia, ambas localizadas na Oceania. (ANSA).