A segunda temporada de “New Faces”, reality apresentado por Danni Suzuki no E! Entertainment, entra agora em sua reta final, preparando o público para o aguardado último episódio. A edição, que se consolidou como uma das produções brasileiras de moda mais comentadas do ano, manteve o ritmo intenso de desafios, capacitações e histórias emocionantes de mulheres que buscam romper barreiras no mercado. Com a aproximação do encerramento, a produção vive um momento de balanço interno e celebração da jornada vivida pelas participantes.
Se a primeira temporada já havia destacado a abertura de espaço no mundo fashion, foi na segunda que o conceito de representatividade ganhou corpo e profundidade. A inclusão de mulheres negras, indígenas, asiáticas, trans, PCDs e acima dos 60 anos tornou-se o eixo central da narrativa do programa, reforçando a potência de histórias que costumam ser invisibilizadas na indústria. A diversidade, antes um objetivo, agora aparece como alicerce e identidade definitiva do formato.
Ao longo dos episódios, o público acompanhou não apenas provas e mentorias, mas um mergulho emocional nas vivências de cada candidata, desde a autoestima até as pressões silenciosas do universo da moda. Danni, que se firmou como uma figura acolhedora e estratégica na condução do reality, também cresceu como voz ativa em debates sobre inclusão. A presença de especialistas, psicólogos e profissionais do mercado consolidou o programa como um espaço de aprendizado plural.
À medida que a temporada se despede, a apresentadora se diz orgulhosa do impacto social que “New Faces” vem construindo: “A gente está chegando no último episódio com o coração vibrando.
Esta segunda temporada mostrou que representatividade não é só um tema necessário, é uma transformação na forma como olhamos para a beleza, o talento e a história de cada mulher. Cada participante trouxe uma força que não cabe em rótulos, e ver essa pluralidade florescendo na TV é entender que o futuro da moda pode ser mais inclusivo, sensível e poderoso. É por isso que esta edição é tão especial: ela não compara quem é melhor, mas revela quem sempre foi invisibilizado”, afirma.
Paralelo ao encerramento do programa televisivo, a artista também comemora novos passos na carreira. Ela estreou recentemente no Disney+ com o projeto “Capoeiras”, voltado à valorização da cultura brasileira em sua expressão corporal e ancestral. Além disso, está no Prime Video para aluguel com o filme “Segredos”, produção que marca a primeira vez em que uma nipo-brasileira assume o papel de protagonista no cinema nacional, reforçando sua trajetória de representatividade nas telas. E, em breve, retorna às telas na série “(In)Vulneráveis”, ao lado de Zezé Motta, produção que abordará a rotina intensa, sensível e muitas vezes invisível dos profissionais de saúde; e em uma nova produção que está filmando em sigilo.
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