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‘Não vou usar a prefeitura para fazer palanque eleitoral’, diz Bruno Covas

Crédito: IstoÉ

O prefeito reeleito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), foi o convidado da live de ISTOÉ, nesta terça-feira (8). Covas contou sobre a sua luta contra o câncer, fez uma análise política do seu triunfo nas urnas

“As pessoas votam por conta da realidade local. A gente tinha resultados e números a apresentar. A população reconheceu esse trabalho”, ressaltou.

Para Covas, a crise sanitária provocada pelo coronavírus vai exigir da prefeitura medidas ainda mais robustas nas áreas de saúde, educação, geração de empregos e oportunidades.

“Esses são os grandes desafios…gerar emprego, renda e gerar oportunidades para toda a população. Na área da educação, temos que recuperar o tempo e o conteúdo perdido”, avalia.

O tucano deixou muito claro que o retorno dos alunos às escolas no início do ano que vem ainda não é ponto pacificado.


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“Estamos fazendo um diagnóstico. Mas o retorno às aulas só acontecerá depois da autorização da vigilância sanitária”, afirma.

Quando o assunto é o combate à Covid-19 Bruno Covas diz que a cidade vive uma estabilização no número de casos e óbitos e disse que a prefeitura continuará seguindo o plano elaborado pelo governo de São Paulo. Na conversa, ele afirmou que o município está preparado para a vacinação em massa para o mês de janeiro e adiantou que os insumos, como seringas, já foram comprados. “Assim que for autorizado pela Anvisa a cidade estará à disposição para campanha de imunização”.

Na entrevista, Covas fez uma avaliação de como sua legenda deve se comportar rumo à sucessão presidencial em 2022. Para ele, os números que saíram das urnas mostram que a população aposta num realinhamento de forças políticas para disputar a cadeira ocupada por Bolsonaro.

“O pêndulo mudou um pouco. As pessoas buscaram portos mais seguros, buscaram pessoas com mais experiência para poder governar, através do diálogo e consensos”, avalia.

“Eu espero que todos os partidos que tenham muito mais comportamento de centro possam se juntar em torno de uma proposta, de um programa para o país, depois buscar o que melhor representa esse programa para que não se apresentem de forma fragmentada em 2022″, diz.

Mas ele avisa que não vai transformar o governo municipal num trampolim para a eleição presidencial. “A gente não pode confundir o meu papel de prefeito da cidade de São Paulo com o de militante partidário. Não vou usar a prefeitura de São Paulo para fazer palanque eleitoral”, afirma.

Bruno Covas avalia que é “um subversivo dentro do partido” e que o PSDB precisa reforçar o compromisso com a raiz histórica da legenda com a social-democracia.

“Para que o Estado, o poder público, possa focar no que a sua atividade principal que é redução de desigualdade social e dar oportunidade para aqueles que não têm oportunidades.” Covas acredita que “as pessoas estão se afastando do PSDB porque elas não conseguem ver o que é o jeito tucano de governar, que é a razão do PSDB existir”, afirma.

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