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‘Não fiz nada ilegal’, diz jornalista que fez sexo durante reportagem na Dinamarca

Crédito: Reprodução/Instagram

A jornalista dinamarquesa Louise Fischer, de 26 anos, que ganhou fama no mundo todo ao realizar uma reportagem sobre a reabertura de clubes de swing na qual chegou a fazer sexo com um dos entrevistados, disse que não ultrapassou os limites do jornalismo, em uma entrevista concedida ao blog Page Not Found.

A reportagem foi transmitida em um jornal matinal de uma rádio no último dia 24, mas repercutiu na Europa dias depois. Ela conta que, ao realizar a matéria, tinha ideia de que poderia fazer sexo, mas que não seria algo obrigatório.

“Eu tinha uma ideia de que faria sexo, mas não queria que fosse algo obrigatório. Eu queria fazer isso se fizesse sentido para a reportagem. Então tomei minha decisão final de fazer sexo quando estava no clube de swing e quando comecei a falar com as pessoas e percebi como elas são tímidas. Foi porque topei a atividade sexual que eles toparam falar comigo mais abertamente e também dessa forma os ouvintes puderam ter uma experiência plena da noite de reabertura no clube”, disse Louise.

Ela conta que foi sua primeira vez em um clube de swing e que queria que os ouvintes se sentissem como se estivessem lá. “Fazia parte da minha estratégia fazer uma reportagem o mais genuíno e próximo possível da realidade. Eu queria levar os ouvintes o mais perto possível do clube de swing e das pessoas”, contou a repórter.

Ela disse que o homem com quem teve relações sexuais durante a reportagem foi muito gentil e demonstrou muito respeito por ela, e que esses motivos a fizeram escolhê-lo como parceiro, além do fato de tê-lo achado bonito.

Louise também contou que seus colegas de trabalho a apoiaram em sua decisão e que não sofreu preconceito nem dos pais.

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“Eles me apoiam 100%! Todos eles foram muito legais e me deram um feedback muito bom! Eles acham que foi muito legal da minha parte fazer aquilo. A minha mãe apenas riu e disse que eu era louca. O meu pai me disse que eu era a jornalista mais legal de todas! Eles me apoiam e dizem que eu devo fazer o que quiser”, disse a repórter.

A jornalista contou que, na Dinamarca, “é muito normal agir ativamente como jornalista” e que “não acho que tenha ultrapassado os limites. Eu não fiz nada ilegal ou prejudicial, então estou confiante de que tomei a decisão certa ao participar ativamente da cena”, disse.

Ainda ao Page Not Found, a repórter contou que está solteira e que teve contato por mensagem com o homem com quem fez sexo durante a reportagem, mas que não o encontrou desde o fatídico dia e que não sabe se deseja um novo encontro.

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