Música

Na velocidade do pop

O australiano Keith Urban abandona o country e lança o melhor álbum de sua carreira

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GUITARRAS Keith Urban: disco em duas partes e convidados como Nile Rodgers e P!nk (Crédito: Divulgação)

Keith Urban acaba de lançar “The Speed of Now – Part 1”, o álbum mais bem sucedido de sua carreira. Mas apesar de chegar ao primeiro lugar nas paradas dos EUA, Canadá e Austrália, o músico está frustrado. “Estou ansioso para sair em turnê e ver o público cantando. É estranho saber que as pessoas estão curtindo o álbum, mas que não podem ouvi-lo ao vivo”, afirma Urban. Em seu melhor trabalho, ele deixa de lado o country inspirado por nomes como Don Williams e Glen Campbell e ampliou os horizontes: caprichou nos refrões e chamou convidados de peso, como Nile Rodgers, guitarrista do Chic, a roqueira P!nk e o rapper Breland.

“Estou ansioso para sair em turnê e ver o público cantando. Adicionei cores ao meu estilo” Keith Urban, músico

“Esse som era o caminho natural em relação ao que fiz nos últimos anos. Adicionei novas cores ao meu estilo”, diz ele. Urban ainda segue na busca pelo “refrão perfeito”, o Santo Graal da música pop. “Gosto de ver as pessoas cantando o refrão. É como se ele fosse o destino, e os versos são os caminhos para chegar lá.” O aposto “parte 1” no título indica que haverá uma sequência em breve. “Passei dois anos gravando esse álbum. No final, percebi que tinha 35 canções e que gostava de todas elas. Então resolvi dividir o repertório em dois discos.”

O amor de Keith Urban pela música americana vem de longe. O músico de 53 anos mudou-se para Nashville, a capital do country nos EUA, há mais de três décadas. Hoje, ele e a mulher, a atriz Nicole Kidman, encaram a pandemia com otimismo. “Acredito no lado espiritual e reflito sobre isso na minha música. Não podemos esquecer que, apesar de diferentes, somos uma só espécie.” O casal passou o início da pandemia em Nashville, mas voltou à Austrália em julho. “Nicole tinha uma filmagem e então já viemos com as crianças para o Natal.” O cantor diz que a pandemia não mudou sua rotina. “Sempre volto para casa após os shows. O que mudou é que passamos menos tempo viajando, o que é um alívio. Mas não posso nem falar em algo positivo: sei que há muita gente em situação difícil.”

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