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Mundo supera meio milhão de mortes e 10 milhões de casos de COVID-19

Mundo supera meio milhão de mortes e 10 milhões de casos de COVID-19

Uma freira reza na Catedral de São Patrício, reaberta com 25% de sua capacidade, em meio à pandemia do novo coronavírus, em Nova York, 28 de junho de 2020 - AFP

O mundo registrou oficialmente mais de meio milhão de mortes por COVID-19 e dez milhões de casos de infecção desde que a epidemia foi declarada na China em dezembro.

Segundo contagem da AFP, feita a partir de fontes oficiais, às 19h deste domingo (hora de Brasília), o novo coronavírus tinha oficialmente 500.390 mortes e 10.099.576 casos.

O número de mortos no mundo dobrou em pouco menos de dois meses. Em 5 de maio eram 250.000. Nos últimos dias, foram registradas 50.000 mortes.

A cifra de casos declarados em nível global dobrou desde 21 de maio e foram detectados mais de um milhão de novos casos de COVID-19 nos últimos seis dias.

A Europa é o continente que registrou o maior número de mortes (196.086 de 2.642.897 casos). Ao velho continente, seguiram Estados Unidos e Canadá (134.315 de 2.642.754), América Latina e Caribe (111.640 de 2.473.164), Ásia (33.107 de 1.219.230), Oriente Médio (15.505 de 730.977), África (9.604 de 381.396) e Oceania (133 de 9.158).

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Os Estados Unidos são o país mais afetado, tanto em número de mortos (125.747) quanto de casos (2.539.544). Embora a cifra de mortes diárias tenha diminuído sutilmente em junho com relação a maio, os contágios aumentaram em 30 dos 50 estados do país, sobretudo nos maiores e mais populosos do sul e do oeste: Califórnia, Texas e Flórida.

As previsões atuais do Instituto para a Métrica e a Avaliação da Saúde (IHME, na sigla em inglês) preveem que o país poderia alcançar os 150.000 óbitos em meados de agosto.

O novo coronavírus atingiu primeiro a China e parte do restante da Ásia. A partir de março, se espalhou pela Europa e depois avançou rapidamente pelos Estados Unidos. Atualmente, o epicentro da pandemia está na América Latina e especialmente no Brasil, onde desde o fim de maio, os balanços diários costumam passar das mil mortes em 24 horas.

Nos últimos sete dias, quase metade dos óbitos foi registrada na região. O continente também contabiliza mais de 400.000 novos casos de contágio no mesmo período, ou seja, mais de um terço dos detectados em uma semana em todo o mundo (mais de 1,1 milhão).

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são Brasil, com 57.622 mortos e 1.344.143 casos; o Reino Unido (43.550 e 311.151); Itália (34.738 e 240.310) e França (29.778 e 199.343).

Entre os países mais afetados, a Bélgica tem o maior número de mortos com relação à sua população, com 84 por 100.000 habitantes, à frente de Reino Unido (64), Espanha (61), Itália (57) e Suécia (52).

Estes balanços só refletem parte do número real de contágios. Os Centros para o Controle e a Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos estimam que mais de 20 milhões de americanos foram infectados, ou seja, dez vezes mais, o que equivale de 5% a 8% da população.

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