Mulheres fazem ‘greve de sexo’ nos EUA após reeleição de Trump; entenda

Daniel Slim/AFP
Manifestantes vestidos com fantasias do seriado "O conto da Aia" se reúnem para participar da Marcha das Mulheres Foto: Daniel Slim/AFP

Tem mulher fazendo “greve de sexo” por causa da reeleição de Donald Trump. Desde o resultado da eleição presidencial nos Estados Unidos, as redes sociais foram inundadas por mulheres que se juntaram ao movimento 4B, que defende dizer não a quatro coisas: sexo, casamento, filhos e encontros com homens.

O 4B foi criado há oito anos na Coreia do Sul e leva esse nome porque, no idioma coreano, todos esses itens começam com a letra B.

E, agora, tem sido usado por mulheres nos Estados Unidos para protestar contra a reeleição de Trump.  Elas se recusam a fazer sexo durante um governo liderado por um homem que foi acusado de abuso sexual e indicou juízes conservadores que acabaram com o direito ao aborto na esfera federal.

Mas a ideia de uma “greve de sexo” não é exatamente nova. Para você ter uma ideia, as mulheres já usavam o método para protestar contra a guerra do Peloponeso na comédia grega “Lisístrata”, escrita e encenada no ano 411 a.C.