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Mulher que estava desaparecida é encontrada morando na rua do outro lado do país

Mulher que estava desaparecida é encontrada morando na rua do outro lado do país

Alyssa Olivier, de 39 anos, estava sendo procurada por sua família em Denver, capital do Colorado, nos Estados Unidos. Recentemente, ela foi encontrada, mas em uma situação que seus parentes não imaginavam: vivendo na rua, e em uma cidade que fica quase que do outro lado do país: Nova Iorque. A informação é do New York Post.

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Mãe de uma garota de 10 anos, Georgia, Alyssa foi dada como desaparecida há dois meses. Ela está separada do marido e estava morando com seus pais. Da última vez que havia sido vista, ela foi visitar sua tia-avó no Kansas, estado onde ela nasceu e foi criada. De lá, ela viajou para Nova Iorque de carro e nunca mais foi vista. Alyssa tem amigos na cidade e conhecia o local.

No entanto, seus familiares disseram que pararam de receber mensagens dela e ficaram sem notícias de Alyssa. Foi aí que eles decidiram preencher um formulário de pessoas desaparecidas no Colorado.

“Estamos assustados. Ela se encontra em um estado mental que ela não está totalmente lúcida. Não sabemos se estamos lidando com um problema de saúde mental ou um problema de saúde física. Ela passou dois meses sem nenhum tipo de apoio. Imagina o que ela passou na rua?”, disse a mãe de Alyssa, Kristie Olivier, de 68 anos.

Kristie vinha recebendo ajuda da filha nos últimos meses, depois que ela se separou do marido. A mãe da mulher que estava desaparecida tem um linfoma, então, Alyssa a ajudava com as refeições, lavando roupas e a levando a compromissos.

O carro de Alyssa, bem como seu celular, foram encontrados no dia 9 de agosto, segundo informou uma amiga da mulher que estava desaparecida. Sua bolsa ainda estava dentro do carro. A carteira dela, porém, havia sumido.

Segundo a mãe de Alyssa, ela teve uma lesão cerebral quando tinha 6 anos de idade. Os médicos a diagnosticaram com

“Ela teve uma lesão cerebral quando criança”, acrescentou a mãe preocupada, dizendo que os médicos diagnosticaram Alyssa, de 6 anos, com púrpura de Henoch-Schonlein, uma doença rara que causa inflamação e sangramento nos pequenos vasos sanguíneos. Até hoje, “ela ainda sente dores de cabeça, dores nas juntas e inchaço no rosto”, de acordo com sua mãe.


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