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MS: No dia em que foi solto por esganar a sogra, homem mata a ex

Crédito: Reprodução/Redes Sociais

Wantuir Sonchini da Silva, de 43 anos, tentou reatar o relacionamento logo que saiu da cadeia, onde respondia pela morte da sogra. Com a negativa do retorno do casamento, o homem matou Fabiana Lopes dos Santos, de 37 anos.

Em entrevista ao G1, a delegada Anne Karine Trevisan, responsável pelas investigações, falou sobre o crime. “Ela tinha 19 perfurações pelo corpo, o que demonstra o ódio do seu agressor. A investigação concluiu que o assassino foi o ex-marido dela e, para entender a história, devemos retornar ao ano de 2018, quando a Fabiana decidiu se separar e registrou dois boletins de ocorrência contra o ex, solicitando medidas protetivas que foram deferidas”, contou.

Sem aceitar o fim do relacionamento, Wantuir foi até a residência da mãe dela e a matou por esganadura após ela se recusar a informar o novo endereço da filha.

“Ele teve a prisão preventiva deferida, ficou um tempo preso e depois, em virtude de sentença judicial, cumpriu medidas de segurança e foi solto no dia 19 de setembro deste ano. Ele então a procurou para reatar e, diante da recusa dela e ameaças que vinha fazendo, Fabiana novamente foi até a Deam [Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher] e registrou um boletim por perturbação da tranquilidade e ameaça no dia 19 de novembro”, comentou Anne.

Anne Karine ainda acrescentou um relato de como Wantuir atraiu Fabiana para a morte. “Ele foi intimado das medidas protetivas pelo oficial de Justiça, porém não estava em casa. Ao chegar, a mãe dele informou do que se tratava. O homem então foi até a casa de Fabiana e, em posse de arma branca, a obrigou a segui-lo até o local do crime, isso na própria moto dela”, disse a delegada.


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Após matar Fabiana, Wantuir fugiu. As autoridades fizeram inúmeras buscas e ele foi encontrado morto na BR-262, no município de Ribas do Rio Pardo.

“Como ele morreu nós ainda temos esse prazo de 30 dias para concluir o inquérito. Ainda faltam os laudos de exame de corpo de delito, laudo necroscópico, laudo de local de crime e a certidão de óbito do autor. Quando tivermos os laudos em mãos, devemos encerrar as investigações”, finalizou Trevisan.

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