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MP aponta que indiciados vão responder por homicídio culposo em incêndio do Ninho

Crédito: Reprodução Twitter

Centro de Treinamento do Flamengo (Crédito: Reprodução Twitter)

No caso do incêndio no alojamento do Ninho do Urubu, que resultou na morte de 10 jovens da base do Flamenho, os indiciados vão responder por homicídio culposo. O Ministério Público do Estados do Rio de Janeiro (MP-RJ) disse que não tem como garantir que houve intenção, ou seja, dolo no episódio.

“Os indiciados deverão, assim, responder pelo crime de incêndio culposo, com o resultado de 10 homicídios culposos e 3 crimes de lesões corporais culposas, sendo um deles o ex-presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, que será notificado juntamente com os demais indiciados”, informou o MP, por meio de nota, conforme apuração do UOL.

O órgão por meio do Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor (GAEDEST/MPRJ), apresentou Promoção de Adequação de Capitulação e Recusa de Proposta de Acordo de Não-Persecução Penal (ANPP) no Inquérito Policial nº 042-00897/2019, instaurado para apurar a tragédia.

A investigação policial, no entanto, havia indiciado antigos e atuais dirigentes do rubro-negro por homicídio doloso.

“Não há, por ora, como afirmar a ocorrência de dolo eventual no resultado morte – não sendo viável deduzir ou intuir que os indiciados tivessem a potencial certeza da possibilidade do fato ocorrido no alojamento”, salient o MP-RJ.

O Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor (GAEDEST) lembrou que o Flamengo “vem permanentemente procurando mitigar pagamentos de indenizações às famílias das vítimas do incêndio, aumentando o desespero das mesmas, numa nítida tentativa de não sofrer qualquer prejuízo econômico decorrente do grave fato a que o próprio clube deu causa”.

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