Movimentações de olho em 2022

Nas últimas semanas, foram intensas as movimentações de potenciais candidatos à corrida pela sucessão presidencial de 2022.

O presidente Jair Bolsonaro chegou a afirmar que muita gente quer a cadeira dele, mas que a vida lá não é fácil. O ex-presidente Lula (PT) faz aceno em direção ao ex-ministro Ciro Gomes (PDT). Lula sabe que terá um enorme desafio no próximo pleito. O PT não conquistou a prefeitura de nenhuma capital no primeiro turno e elegeu no primeiro turno 179 prefeitos (75 a menos que em 2016). O apresentador de Luciano Huck disse recentemente que está pronto para concorrer no ano que vem. Um encontro ocorrido com Sérgio Moro, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública de Bolsonaro, alimentou rumores em torno de uma aliança entre os dois.

As divergências entre Bolsonaro e seu vice, Hamilton Mourão fizeram surgir especulações sobre quem será o próximo vice de Bolsonaro, em sua chapa para disputar a reeleição. Opções como o príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança, e o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, têm sido levadas em consideração. Se as pesquisas mostram o eleitorado dividido entre os que apoiam Bolsonaro, os que procuram uma alternativa de centro e os que apostam em candidatos de esquerda, temos a mesma divisão entre os potenciais grupos que podem entrar na corrida sucessória.

Políticos tradicionais tiveram desempenho muito melhor que os chamados “outsiders”

No centro, além de Huck, o governador de São Paulo, João Doria, que rivaliza com o presidente em vários temas com frequência, também tenta se posicionar como alternativa. O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, é outro que busca se firmar como uma alternativa de centro. O senador Álvaro Dias (Podemos) pode tentar mais uma vez. Sem esquecer da ex-senadora Marina Silva (Rede), que reaparece a cada quatro anos! Na esquerda há vários nomes potenciais. O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT); Lula, desde que consiga anular sua condenação no Supremo Tribunal Federal; Guilherme Boulos (PSOL); o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB); o ex-ministro Ciro Gomes (PDT); e o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSB).

O discurso da antipolítica, que prevaleceu nas eleições de 2018 e foi muito aproveitado por Bolsonaro, não obrigatoriamente será o tema de 2022. O resultado das eleições municipais acaba de mostrar, por exemplo, a força dos partidos do Centrão. Políticos tradicionais tiveram desempenho muito melhor do que os chamados “outsiders”. Talvez por algumas decepções recentes, como Wilson Witzel (PSC), afastado do cargo de governador do Rio de Janeiro por decisão do Supremo Tribunal de Justiça.

Veja também

+ Cantora MC Venenosa morre aos 32 anos e família pede ajuda para realizar velório
+ Homem salva cachorro da boca de crocodilo na Flórida
+ Conheça o phloeodes diabolicus "o besouro indestrutível"
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Mulher finge ser agente do FBI para conseguir comida grátis e vai presa
+ Cirurgia íntima: quanto custa e como funciona
+ Idoso morre após dormir ao volante e capotar veículo em Douradoquara; neto ficou ferido
+ MasterChef: Fogaça compara prato com comida de cachorro
+ Zona Azul digital em SP muda dia 16; veja como fica
+ Estudo revela o método mais saudável para cozinhar arroz
+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago
+ Cinema, sexo e a cidade
+ Descoberta oficina de cobre de 6.500 anos no deserto em Israel


Mais posts

Ver mais

Copyright © 2020 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.