Uma operação conjunta entre Estados Unidos e Venezuela resultou na morte de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero. Ele era apontado como o principal líder da facção criminosa venezuelana Tren de Aragua. A informação foi anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e posteriormente confirmada pelo governo venezuelano.
Segundo Caracas, a ação ocorreu no estado de Bolívar, no sudeste do país. Niño Guerrero foi morto durante confrontos com integrantes de grupos criminosos na região.
O que aconteceu
- Morte de Niño Guerrero: O líder do Tren de Aragua, Héctor Rusthenford Guerrero Flores, foi morto em operação conjunta entre EUA e Venezuela.
- Operação binacional: A ação contou com o compartilhamento de informações de inteligência e apoio tecnológico especializado entre autoridades dos dois países.
- Anúncio oficial: O presidente Donald Trump foi o primeiro a anunciar a operação, que foi confirmada por Caracas, ressaltando ter ocorrido em território venezuelano.
Em publicação nas redes sociais, Trump afirmou que a operação foi executada pelo Comando Sul das Forças Armadas americanas. Ele classificou o Tren de Aragua como uma das organizações criminosas mais violentas do continente, divulgando imagens que, segundo ele, mostram o momento do ataque.
Conhecido como Niño Guerrero, Héctor Guerrero era considerado o líder máximo do Tren de Aragua. Esta organização criminosa surgiu na Venezuela e expandiu sua atuação para diversos países da América Latina, sendo investigada por envolvimento com tráfico de drogas, extorsão, sequestros, lavagem de dinheiro e tráfico de pessoas.
Quem era o líder do Tren de Aragua?
Washington classificou o Tren de Aragua como organização terrorista estrangeira no ano passado, ampliando as ações contra integrantes da facção. Guerrero era procurado pelas autoridades americanas e respondia a acusações relacionadas a terrorismo, crime organizado e narcotráfico.
Até o momento, a Casa Branca, o Pentágono e o Comando Sul não divulgaram detalhes adicionais sobre a operação. Também não informaram se houve outras vítimas durante a ação que culminou na morte de Niño Guerrero.