A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte do criminalista Luiz Fernando Pacheco. O corpo foi encontrado na madrugada desta quinta-feira, 2, na Rua Itambé, em Higienópolis, região central de São Paulo. Há suspeita de que ele tenha sido intoxicado por metanol.
Pouco antes de morrer, o advogado escreveu em um grupo de amigos no WhatsApp que “tomou metanol”, segundo o g1. Conforme o boletim de ocorrência, os policiais militares foram acionados por volta de 00h50.
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Quando chegaram ao local, os agentes encontraram Luiz sendo atendido pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Uma testemunha informou aos policiais que viu o advogado passando mal, convulsionando e com dificuldade para respirar, e então acionou o resgate. Como estava sem documentos, Pacheco foi levado à Santa Casa da região.
Por meio de nota enviada à IstoÉ, a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) informou que a causa da morte é investigada e aguarda os resultados dos laudos. O caso foi registrado como morte súbita no 78° Distrito Policial.
Luiz Fernando Pacheco tinha 51 anos e era sócio-fundador do Grupo Prerrogativas, coletivo de advogados progressistas que atua em São Paulo e outras capitais.
Além disso, ele também atuou em importantes órgãos e instituições, como Conselheiro Estadual da OAB-SP (Ordem dos Advogados de São Paulo) e vice-presidente do Conselho Deliberativo do IDDD.