Economia

Morgan Stanley proíbe funcionários e clientes não vacinados em escritórios de Nova York

Morgan Stanley proíbe funcionários e clientes não vacinados em escritórios de Nova York

A nova regra do Morgan Stanley sobre vacinas entrará em vigor no dia 12 de julho nos maiores escritórios de Nova York e arredores. - Getty Images North America/AFP/Arquivos


O banco norte-americano Morgan Stanley vai impor a seus funcionários e fornecedores, mas também clientes e visitantes, a partir de 12 de julho, que sejam vacinados contra o coronavírus se quiserem entrar em seus escritórios em Nova York.

Esta nova regra foi apresentada em uma mensagem interna assinada pelo chefe de recursos humanos da empresa, Mandell Crawley, uma fonte próxima ao banco de negócios disse à AFP nesta quarta-feira (23).

A disposição valerá para os escritórios que recebem um número significativo de pessoas na metrópole e seu entorno. Algumas divisões criaram espaços reservados para pessoas vacinadas, disse a fonte. Trata-se, então, de estender a medida a todos os serviços.

Os funcionários terão até 1º de julho para informar se estão ou não vacinados contra a covid-19.

O presidente do banco, James Gorman, indicou na semana passada que 90% dos funcionários que retornam aos escritórios já estão vacinados, e ele espera que esse número suba para 98% ou 99%. Para o 1% ou 2% que não podem por razões médicas ou religiosas, “cuidaremos disso” quando esse nível for atingido, disse ele.

Assim que a nova regra for implementada, os funcionários poderão tirar a máscara e as regras de distanciamento físico. As pessoas que não forem vacinadas ficarão em teletrabalho.

Para entrar nas dependências do banco, os clientes e visitantes devem declarar sob sua honra que estão imunizados contra covid 19.

De acordo com o órgão federal encarregado de respeitar a Lei contra a Discriminação no Trabalho (EEOC), os empregadores podem obrigar seus empregados a se vacinarem contra o coronavírus, exceto por motivos médicos ou objeções religiosas.

Também podem pedir comprovantes de vacinação, mas devem guardar essas informações confidenciais.

O gestor de ativos BlackRock também deu passos nessa direção. Após consultas internas, a empresa optou por autorizar apenas os funcionários vacinados a comparecerem ao escritório a partir de julho, conforme memorando enviado na semana passada e consultado pela AFP.

Sem pedir justificativa, mas contando com sua “honestidade”, a empresa também pediu aos funcionários que indiquem se estão vacinados ou não. Por outro lado, os visitantes devem “comprovar” que estão vacinados se quiserem ter acesso.

A Goldman Sachs também exige que seus funcionários relatem sua situação vacinal, sem impor imunização a eles.

Enquanto isso, o JPMorgan Chase e o Bank of America incentivam seus funcionários a se vacinarem e a informarem a empresa, sem que seja obrigatório.

O Citi não forneceu detalhes sobre o assunto e se referiu apenas a uma mensagem dos recursos humanos que indica que as máscaras e as medidas de distanciamento social são obrigatórias.

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