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Monique cobriu tatuagem com nome do ex e exigiu dinheiro para não denunciar Jairinho

Crédito: Reprodução

Fotos recuperadas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro no celular de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, mostram que a professora fez uma tatuagem cobrindo o nome do ex-marido, Leniel Borel de Almeida, no mesmo dia em que foi agredida pelo vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (sem partido).

De acordo com o jornal O Globo, que teve acesso às imagens, Monique publicou uma dessas fotos em seus stories do Instagram, com um desenho feito pelo tatuador de Jairinho, de um estúdio no Barra Shopping, e perguntou: “Será que cobre?”. No outro dia, ela publicou uma foto com a tatuagem recém realizada e a legenda: “Está no plástico, mas foi a cobertura de um nome”.

Era manhã do dia 3 de fevereiro, três horas depois que a babá do menino Henry, Thayná Oliveira Ferreira, contou a seu pai, por mensagens, que a patroa estava se separando do namorado, Dr. Jairinho. Após ser agredida pelo vereador, Monique teria arrumado as malas dele para que ele deixasse o imóvel e que ficasse “pagando as coisas dela”, senão ela iria “f… ele”.

Ainda de acordo com O Globo, dois dias depois, outra foto no celular de Monique indicava nove contas a pagar, entre elas “futebol no campinho”, “uniforme”, “academia”, “telefone”, uma cama comprada de presente para a babá e a tatuagem, no valor de R$ 1.200.

Nas mensagens trocadas entre a babá e seu pai, ele pergunta se “Jairinho e Monique estão bem” ou se “deu merda”. Thayná responde que eles vão se separar. “As malas dele estão lá. Já para ele pegar. Ele bateu nela. Enforcou. E aí ela disse que ele vai sair. Mas que vai ficar pagando as coisas dela. Se não ela vai f… ele”, diz a babá.

Thaýna conta ao pai que Jairinho passou o dia ligando para Monique, como se nada tivesse acontecido, mas que a mãe de Henry dizia a ele que não esqueceu o que ele fez.

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“Aí ele está com o rabo entre as pernas. E disse que tá. Aí passou o dia todo ligando pra ela. Conversando. Chamando de amor. Como se nada tivesse acontecido. E ela falando que ela não esqueceu não. Que foi a segunda vez que ele fez. A casa tá com as paredes toda suja. Ele quebrou as malas dela. Ele chutava tudo que ela dizia”, conta Thayná ao pai.

A babá foi quem narrou para Monique as agressões de Jairinho contra Henry no dia 12 de fevereiro, nas quais ele estava com o menino no quarto, de onde ele saiu mancando e com hematomas nas pernas e nos braços.

O casal foi indiciado na segunda-feira (3) por homicídio duplamente qualificado, por emprego de tortura e impossibilidade de defesa de Henry. Ele também foi indiciado duas vezes pelo crime de tortura, e a professora uma vez por omissão pelo mesmo crime.

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