Economia

Moedas globais: dólar opera misto ante rivais


O dólar operou sem direção única em relação a suas principais moedas rivais nesta segunda-feira. Enquanto o Payroll (dado de emprego dos Estados Unidos) fraco da última sexta-feira ainda pesava sobre a divisa americana, a libra esterlina teve forte alta hoje, em meio a avaliações de que a Escócia não deve votar um referendo de independência do Reino Unido tão cedo, após eleições locais, e o anúncio do relaxamento de medidas restritivas na Inglaterra.

O Dollar Index, que mede a variação do dólar ante seis moedas de economias desenvolvidas, fechou em queda marginal de 0,02%, aos 90,212 pontos. O euro, principal componente do índice, recuava a US$ 1,2146 no fim da tarde em Nova York, em dia sem grandes estímulos para a moeda comum. Já a libra, por outro lado, subia a US$ 1,4132, na sua maior cotação desde o fim de fevereiro. No mesmo horário, o dólar tinha alta a 108,77 ienes.

O mercado cambial no Reino Unido observou a reeleição da primeira-ministra escocesa Nicola Sturgeon, do separatista Partido Nacionalista Escocês (SNP, na sigla em inglês). Apesar de sua vitória ter o potencial de elevar incertezas no Reino Unido, como mostrou reportagem do Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) o analista sênior do Western Union, Joe Manimbo, diz que é improvável que seu governo tentará se emancipar de Londres em breve.

Somado a isso, o relaxamento das restrições sanitárias contra a pandemia de covid-19 na Inglaterra animou investidores. Hoje, o primeiro ministro britânico, Boris Johnson, informou que a população local poderá viajar pelo país e passar a noite nos destinos, de acordo com as novas normas, que entram em vigor na próxima segunda-feira, 17.

Nos EUA, investidores ainda repercutem a geração de 266 mil vagas de emprego em abril, afirmou o Brown Brothers Harriman, em relatório a clientes. O resultado foi lido como uma surpresa negativa, diante da expectativa de abertura de 1 milhão de vagas no mês.

A alta nos juros dos Treasuries nas últimas horas de pregão, no entanto, emprestou fôlego ao dólar. O avanço dos retornos indica maior demanda futura pelos títulos da dívida pública americana e, consequentemente, por dólar. O recuo nas bolsas de NY, com piora no fim do pregão, também favoreceu a segurança da moeda.

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De acordo com o ING, o mercado cambial está se movendo para um sentimento ‘bearish’ em relação ao dólar, com todas as moedas de países do G10, com exceção da libra, registrando um aumento líquido no posicionamento especulativo em relação à divisa americano na semana encerrada em 4 de maio. Enquanto houve pouca mudança para o euro, diz o banco holandês, investidores cortaram posições vendidas em iene, sob possível influência de um “ambiente mais estável” nos juros dos Treasuries.

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