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Milhares de israelenses protestam contra premier e gestão da pandemia

Milhares de israelenses protestam contra premier e gestão da pandemia

Multidão de israelenses participa de protesto em frente à residência oficial do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, em Jerusalém, 1º de agosto de 2020 - AFP

Milhares de israelenses protestaram neste sábado (1) à noite contra o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, acusado de corrupção, e sua gestão da crise do novo coronavírus.

Os protestos foram celebrados nas ruas de várias cidades do país, mas também em pontes onde os manifestantes penduraram cartazes nos quais acusaram Netanyahu de ter fracassado em sua gestão a pandemia.

Centenas de pessoas protestaram em Tel Aviv contra a paralisação e a falta de ajuda governamental, segundo a imprensa israelense.

Um dos atos mais importantes ocorrem em frente à residência oficial do primeiro-ministro em Jerusalém, onde se concentraram milhares de manifestantes, exigindo sua demissão.

Também houve protestos em frente à residência privada do líder nacionalista e conservador na cidade costeira de Cesareia (oeste).

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Os manifestantes, a maioria usando máscaras, acusaram Netanyahu de não ter conseguido conter a pandemia e pela crise econômica causada pelo confinamento.

Também denunciaram o dirigente pelas acusações feitas contra ele novembro de 2019 de corrupção, fraude e abuso de confiança em três casos diferentes.

“Tentam desesperadamente intoxicar as pessoas para fazer cair um primeiro-ministro de direita forte”, criticou o Likud (partido de Netanyahu) em mensagem no Twitter, retuitada pelo primeiro-ministro, que acusa as emissoras de televisão de “fazer propaganda de manifestantes esquerdistas e anarquistas”.

Israel sofre uma segunda onda de contágios e os níveis de paralisação já superam os 20%, enquanto em fevereiro eram apenas 3,4%.

Depois de o governo israelense presumir a princípio ter conseguido controlar a pandemia, com um número limitado de doentes, os contágios se multiplicaram com a suspensão do confinamento e isto levou as autoridades a adotar novas restrições.

O Estado hebraico, com 9 milhões de habitantes, detectou 72.000 contagiados e 523 mortos por COVID-19, segundo cifras oficiais.

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