A mídia estatal iraniana informou nesta quarta-feira (21, no Brasil, quinta, 22, no Irã) que 3.117 pessoas morreram nos protestos que eclodiram no final de dezembro e que, segundo ativistas, foram brutalmente reprimidos.
Um comunicado da fundação de veteranos e mártires do Irã, citado pela televisão estatal, indicou que 2.427 pessoas do total, entre elas membros das forças de segurança, são consideradas “mártires” pelo islamismo e descritas como vítimas “inocentes”.
As autoridades iranianas condenaram o movimento de protesto como um ato “terrorista” incentivado pelos Estados Unidos.
No entanto, grupos de direitos humanos afirmam que milhares de manifestantes foram mortos a tiros pelas forças de segurança.
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