Moacyr Silva Pinto, o Mestre Ciça, 69 anos, se pronunciou nas redes sociais, nesta quinta-feira, 19, após ser acusado pela filha de ser pai ausente. A polêmica teve início em meio às comemorações pela vitória da Unidos do Viradouro no Carnaval 2026 do Rio de Janeiro, com o samba-enredo “Pra Cima, Ciça”, em homenagem ao mestre de bateria e ícone do Carnaval carioca.
Através das redes sociais, Taís Luci contou que passou a receber diversas mensagens relacionadas ao pai, e pediu que deixassem de associar seu nome ao sambista. “Gente, por favor, não me mandem mais mensagens sobre o Ciça. Eu não quero saber de nada que envolva ele”, disparou ela.
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Em desabafo, ela contou que as diversas notificações que recebeu ligadas ao sambista reacenderam questões pessoais que ela prefere não relembrar. “Ele é pai de todo mundo, menos das próprias filhas. E eu já cansei de me machucar com coisas que não mudam”, completou ela.
Ciça se manifestou sobre a polêmica com comentário em uma publicação no Instagram que repercutia as declarações. “Eu não fui ausente”, escreveu ele, afirmando que convidou as duas filhas para desfilar na Marquês de Sapucaí. “Elas não quiseram desfilar no carro do trem caipira. Queriam colocar os maridos e a escola não permitiu”, declarou.
O sambista rebateu as acusações afirmando que cumpriu com suas responsabilidades de pai. “Sempre que foram aos ensaios eu bancava o táxi de volta, sempre honrei com as minhas obrigações de pai, nunca foi negado nada para elas”, afirmou.