Coronavírus

Mesmo com pausa, AstraZeneca diz que vacina ficará pronta em 2020

Crédito:  AFP

Local de teste clínico da vacina AstraZeneca em São Paulo (Crédito: AFP)

LONDRES, 10 SET (ANSA) – A farmacêutica AstraZeneca acredita que, mesmo com a pausa nos testes, a vacina contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) estará disponível no mercado “no fim deste ano ou no início do ano que vem”. A afirmação foi dada pelo CEO da empresa, Pascal Soriot, nesta quinta-feira (10).

Criada pela Universidade de Oxford, a ChAdOx1 nCoV-19 teve uma suspensão temporária na última etapa de testes por conta de um voluntário no Reino Unido ter apresentado uma reação adversa que pode (ou não) estar relacionada coma a imunização. O que foi paralisado é a admissão de novos voluntários na pesquisa, que deve testar a vacina em cerca de 50 mil pessoas em vários países. Quem já recebeu as doses, continuará a ser acompanhado.

O paciente apresentou uma síndrome inflamatória na medula espinhal chamada de mielite transversa, segundo a mídia norte-americana.

Soriot destacou que esse fato ainda não foi confirmado e reconheceu que não pode dar uma data exata de quando os testes serão retomados. Porém, afirmou que está “convicto” que ainda neste ano terá o pedido de aprovação enviado para as autoridades sanitárias.

O otimismo do CEO é justificado, segundo o que ele informou, pelo fato do “evento adverso” não ter “sido observado no mundo inteiro”. A retomada dos testes, no entanto, será autorizada ou não pelo comitê independente que está fazendo a revisão dos estudos dos testes em todo o mundo. Normalmente, esse prazo pode ser de uma semana a três meses.


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A ChAdOx1 nCoV-19 é considerada uma das mais promissoras vacinas anti-Covid, tendo sido a “aposta” favorita de diversos governos do mundo – incluindo os Estados Unidos, Brasil e União Europeia.

A paralisação por conta de uma reação adversa é considerada comum no desenvolvimento de vacinas ao longo da história, no entanto, com a aceleração dos procedimentos para descobrir uma imunização contra o novo coronavírus é provável que a entrega e aprovação atrasem. (ANSA).

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