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Mercedes domina e Verstappen é punido em treinos livres em Sochi


Mercedes nas primeiras colocações, Verstappen no final do grid: é assim que se delineia a largada do Grande Prêmio da Rússia de Fórmula 1, depois dos primeiros treinos livres e da penalidade imposta ao holandês nesta sexta-feira.

Antes da 15ª prova das 22 desta temporada, o líder do Mundial e sua equipe Red Bull se deparavam com um dilema: escolher o momento menos ruim para trocar de motor e se comprometer largando no final do pelotão (junto com o monegasco da Ferrari Charles Leclerc, sancionado pelos mesmos motivos).

“Levando tudo em consideração, era preferível assumir a penalidade por causa do motor aqui em Sochi”, explicou Verstappen. “Esta será uma corrida difícil, mas estou satisfeito com meu dia”.

O que ele e sua equipe levaram em consideração é o fato de que o piloto já havia sido sancionado com três posições no grid por ter provocado o acidente com Hamilton na corrida anterior, e que a Mercedes está invicta na Rússia.

Desde 2014, o heptacampeão mundial britânico venceu quatro vezes em Sochi, deixando as demais vitórias para seus companheiros Nico Rosberg (2016) e Valtteri Bottas (2017 e 2020).

Verstappen, que tem uma vantagem de cinco pontos no Mundial, pode perder sua posição em benefício de seu concorrente pelo título.

“É uma pena para ele (…) Para nós uma dobradinha seria o ideal”, reagiu Hamilton, que havia lançado uma guerra psicológica com seu rival na quinta-feira citando sua menor experiência na luta pelo título da F1.

Mas com uma pole, cinco pódios e duas vitórias, e outra quase vitória em 2018 antes de ser obrigado a frear para deixar a vitória para Hamilton, Bottas é mostrado como o maior especialista em Sochi.

– Chuva prevista para sábado –

Já o mais rápido na primeira sessão, com 1 minuto, 34 segundos e 427 milésimos, Bottas levou o tempo para 1:33.593 na segunda para superar seu companheiro de equipe Lewis Hamilton, em 44 milésimos, e o francês Pierre Gasly (AlphaTauri), em 252.

Bottas, terceiro colocado no Mundial e a mais de 80 pontos do líder, não descartou nesta quinta-feira “se sacrificar” na briga pelo título de pilotos.

Logo atrás vieram o britânico Lando Norris (McLaren), com 561, o francês Esteban Ocon (Alpino), com 809, e o líder do Mundial, o holandês Max Verstappen (Red Bull, com 1 segundo e 28 milésimos).

Em sétimo e oitavo ficaram os espanhóis Carlos Sainz Jr. (Ferrari) e Fernando Alonso (Alpine-Renault).



Neste sábado, na sessão de qualificação, os pilotos terão de lidar com as esperadas chuvas fortes, antes de um domingo, dia de corrida, a princípio mais seco.

Como costuma acontecer no asfalto molhado, as surpresas não estão descartadas. Hamilton, Verstappen, mas também o francês Esteban Ocon (Alpine) e o canadense Lance Stroll (Aston Martin) gostam dessas condições.

No momento em que a Rússia registrou um novo recorde de mortes diárias de covid-19 (828) nesta sexta-feira, a capacidade das arquibancadas foi reduzida para 50%, o que significa 27.000 espectadores por dia.

pel/bde/iga/aam

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