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Menino de 12 anos que participou de desafio no TikTok morre após três semanas internado

Crédito: Reprodução

Após 19 dias internado, Joshua Haileyesus, de 12 anos, foi declarado morto. O menino foi levado às pressas ao hospital depois de participar do “desafio do apagão”, no TikTok. O desafio consiste em colocar um cinto ou uma corda no pescoço e ficar sem respirar o tempo que conseguir. As informações são do jornal Independent.

“Gostaríamos de informar a todos que esta noite, depois de lutar o bom combate no suporte vital por 19 dias, Josué partiu para estar com o Senhor”, diz o comunicado publicado pela família na terça-feira (13).


“A todos que oraram incansavelmente e compartilharam nosso fardo durante este tempo de provações, agradecemos. Suas orações e seu amor nos consolaram e somos gratos por seu apoio. Estaremos compartilhando os preparativos para o funeral nos próximos dias para aqueles que estiverem interessados ​​em participar”, diz a nota divulgada no site Go Found Me.

A página foi criada pela família para arrecadar dinheiro para as despesas médicas de Joshua depois que ele foi internado no hospital. Desde então, a campanha recebeu mais de US $ 180 mil em doações.

Joshua foi encontrado no chão do banheiro pelo irmão gêmeo no último dia 22 de março. A família afirma que ele estava tentando se sufocar com um cadarço.

De acordo com Haileyesus Zeryihun, pai da criança, os médicos já haviam informado à família que Joshua estava em estado crítico e que eles precisavam se preparar para se despedir.

TikTok diz que bloqueou conteúdo

Em março, o TikTok divulgou uma nota após a repercussão do caso expressando “profundas condolências” pelo menino e sua família.

“Na TikTok, não temos prioridade maior do que proteger a segurança de nossa comunidade, e o conteúdo que promove ou glorifica o comportamento perigoso é estritamente proibido e imediatamente removido para evitar que se torne uma tendência em nossa plataforma”, diz o comunicado.

“Também bloqueamos hashtags e pesquisas relacionadas para desencorajar as pessoas de participar ou compartilhar conteúdo potencialmente perigoso”, informou a rede social.